
- Dentre os muitos dramas enfrentados pelos livramentenses em razão da administração pública, a saúde é o mais impactante. Faltam profissionais na Unidade de Pronto Atendimento, o Hospital Municipal carece de mais pessoal, sem contar na falta de estrutura dos PSFs. Em razão desta problemática, a munícipe Maria Aparecida dos Santos Pereira, de 56 anos, moradora do bairro Benito Gama, vem sofrendo com a falta de medicamento para o tratamento de hanseníase, doença infecciosa crônica e curável que causa, sobretudo, lesões de pele e danos aos nervos. Segundo reportagem da Rádio Portal Sudoeste, os medicamentos precisam de liberação da Secretaria de Saúde. “Minha sogra está com esse problema e, às vezes, cria até feridas. Este medicamento não se encontra em nenhum posto de saúde e nenhuma farmácia. É uma medicação que tem que ser liberada pela Secretaria de Saúde. Procuramos a secretaria, pediram pra aguardar. Passou-se 10, 12 dias e nada”, relatou Julival Andrade. Julival conta que obteve informações da própria secretaria, que afirmou que para liberar a medicação é necessária a existência de outro paciente com o mesmo quadro clínico. Por meio de nota, a pasta informou que para receber a medicação, a paciente deve estar cadastrada junto à Dires, em Brumado.