Prefeito de Rio de Contas acumula seis investigações e vira alvo de inquérito na Polícia Federal
MP-BA apura possível irregularidade em contrato de transporte escolar
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | Sandra Travassos
O prefeito de Rio de Contas, Célio Evangelista da Silva, passou a responder a um novo inquérito civil do Ministério Público da Bahia (MP‑BA), elevando para seis o número de investigações abertas contra sua gestão em pouco mais de um ano. O procedimento foi instaurado na terça-feira (28). A apuração mais recente envolve a contratação da empresa Araújo Alves Empreendimentos Ltda, de Jussiape, responsável pelo transporte escolar no município. O MP investiga suspeitas de falhas na execução do serviço e possível prejuízo aos cofres públicos. Paralelamente, o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE‑BA) autorizou a abertura de uma petição criminal para apurar indícios de crimes eleitorais e irregularidades em contratos firmados pela administração municipal. A decisão determinou o envio do caso à Polícia Federal, que ficará responsável pelas diligências. As investigações também analisam a prestação de contas da gestão. O prefeito não se manifestou sobre as acusações até a última atualização desta matéria.
Investigação contra prefeito e vice de Livramento por compra de voto e outros crimes poderá ser retomada
Na ação judicial consta as práticas ilegais como compra de votos, e outras vantagens financeiras, a exemplo de entrega de material de construção, combustíveis, uso de máquinas, perfuração de poços art
Por: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | Redes Sociais
- No último dia 14, o procurador Fernando Túlio da Silva opinou pela aceitação de recurso movido pelo Partido Social Democrático (PSD), contra a decisão do juiz Raimundo Saraiva Barreto Sobrinho, da 101ª Zona Eleitoral, que exclui o prefeito de Livramento de Nossa Senhora, Ricardo Ribeiro (Rede), o Ricardinho, e a vice-prefeita, Joanina Sampaio (PL), contra a acusação de crimes eleitorais praticado nas eleições municipais de 2020. Na ação consta as práticas ilegais como compra de votos, e outras vantagens financeiras, a exemplo de entrega de material de construção, combustíveis, uso de máquinas, perfuração de poços artesianos, entre outros, tudo pago com dinheiro público. Para Raimundo Sobrinho, Ricardinho e Joanina foram liberados em ação idêntica movida pelo Ministério Público (MP), o que justifica a exclusão dos dois. No entanto, para o procurador Fernando Túlio, não houve ações idênticas, como bem apontou o magistrado da 101ª Zona Eleitoral e, portanto, a investigação contra os mandatários livramentenses deve ser retomada, cabendo ao Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) acatar ou não o parecer. Em caso positivo, Ricardinho e Joanina voltarão a ser investigados, o que pode acarretar em perda de mandato de ambos em caso de condenação.
























