Zema: Auxílios do governo estão criando uma geração de imprestáveis
Segundo o pré-candidato, há casos de pessoas que recusam empregos formais para evitar a perda de benefícios sociais
Por: João Caires
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Foto: Reprodução | TV Band
O pré-candidato a presidente da República, Romeu Zema (Novo-MG), afirmou que pretende endurecer as regras de programas de transferência de renda e condicionar a manutenção de benefícios sociais à aceitação de empregos formais pelos beneficiários. Zema disse que não pretende extinguir programas sociais, mas criticou o que classificou como crescimento da dependência de auxílios governamentais. "Programas sociais são importantíssimos. Nós vamos manter para quem precisa. Mas sabemos que tem muita fraude que eu vou combater e também não vou pagar auxílio do governo para os marmanjões. Estamos criando no Brasil uma geração de imprestáveis. Eu vou em cidades do interior do Brasil inteiro e vejo a mesma coisa: vagas com carteira assinada e marmanjão em casa, na internet, nas redes sociais, no Netflix, que prefere receber o auxílio governamental", afirmou em entrevista ao programa Canal Livre. Segundo o pré-candidato, há casos de pessoas que recusam empregos formais para evitar a perda de benefícios sociais. Zema defendeu o uso do Sistema Nacional de Emprego (Sine) e das secretarias municipais de assistência social para monitorar ofertas de trabalho destinadas a beneficiários de programas sociais. Pela proposta apresentada, quem recusasse uma vaga formal sem justificativa poderia perder o benefício. Questionado sobre modelos adotados em países europeus, o pré-candidato admitiu a possibilidade de permitir a recusa da primeira proposta de emprego, mas defendeu que a aceitação passasse a ser obrigatória a partir de uma segunda oferta. "O objetivo é garantir que o recurso público chegue a quem realmente precisa e não sirva como desestímulo ao mercado de trabalho formal", afirmou.
Para reforçar acusação de corrupção, campanha de Flávio vai chamar presidente de 'pai do Lulinha'
A ideia é usar temas sensíveis que atingem diretamente o eleitor, como as fraudes do INSS e a pauta anti-corrupção
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução
A equipe de campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) definiu como uma das estratégias a serem lançadas nos próximos dias chamar o presidente Lula de "pai do Lulinha". A equipe de campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) definiu como uma das estratégias a serem lançadas nos próximos dias chamar o presidente Lula de "pai do Lulinha". A ideia é usar temas sensíveis que atingem diretamente o eleitor, como as fraudes do INSS e a pauta anti-corrupção. Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, foi citado nas investigações que apuram o desvio de recursos de aposentadorias e pensões como um possível elo com Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, apontado como principal operador do esquema. A defesa do filho do presidente confirma a relação com Antunes, mas diz que ela se refere à prospecção de negócios comerciais legítimos. As acusações contra Lulinha não se limitam ao INSS. O filho do presidente já foi citado em uma operação no âmbito da Lava Jato, em 2019.
Senado rejeita indicação de Jorge Messias ao STF
Indicado recebeu 42 votos contrários e não alcançou maioria necessária
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Foto: Brenno Carvalho | Agência O Globo
O Senado rejeitou, na noite desta quarta-feira (29), a indicação de Jorge Messias para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). A votação ocorreu em plenário, de forma secreta, e terminou com 42 votos contrários, 34 favoráveis e uma abstenção. Para ser aprovado, o indicado precisava de 41 votos, que representam a maioria absoluta da Casa. Com o resultado, a mensagem presidencial foi arquivada. O governo agora deverá encaminhar um novo nome para ocupar a vaga deixada por Luís Roberto Barroso. Mais cedo, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) havia aprovado a indicação por 16 votos a 11. Durante a sabatina, Messias respondeu a questionamentos sobre temas jurídicos e posicionamentos pessoais. A rejeição de um indicado ao STF é um fato raro. Segundo registros históricos, a última vez que o Senado recusou nomes para a Corte foi em 1894, quando cinco indicações foram barradas durante o governo de Floriano Peixoto. Messias era o terceiro nome enviado pelo governo ao Supremo neste mandato. Antes dele, Cristiano Zanin e Flávio Dino foram aprovados e tomaram posse.
Argentina libera jornada de até 12 horas; Brasil discute fim da escala 6×1
Mudanças trabalhistas seguem caminhos opostos nos dois países
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Foto: Tânia Rêgo | Agência Brasil
A Argentina e o Brasil seguem caminhos opostos na legislação trabalhista. Enquanto os argentinos passam a permitir jornadas de até 12 horas por dia, o Brasil discute a redução da carga semanal com o fim da escala 6×1. A decisão da Justiça argentina atende a pontos centrais da reforma defendida pelo governo de Javier Milei. O limite semanal de 48 horas foi mantido, mas agora é possível concentrar períodos de descanso e ampliar a carga diária, desde que haja acordo coletivo. A medida também endurece regras para greves em setores essenciais, como saúde e educação. Para sindicatos, como a CGT, as mudanças representam perda de direitos históricos e podem afetar a saúde dos trabalhadores. A entidade anunciou que vai recorrer da decisão, que pode chegar à Suprema Corte nos próximos meses. Até lá, as novas regras já podem ser aplicadas, gerando incerteza entre empresas e empregados. No Brasil, o debate segue em sentido contrário. Uma proposta de emenda à Constituição prevê o fim da escala 6×1, que obriga seis dias de trabalho para um de descanso. Modelos como 5×2 ou 4×3 estão em discussão, alinhados a tendências globais que buscam mais qualidade de vida e produtividade. Especialistas apontam que o contraste entre as duas maiores economias do Mercosul pode impactar a competitividade regional. Enquanto na Argentina há expectativa de aumento da produtividade, no Brasil defensores da redução da jornada afirmam que mais tempo livre pode impulsionar setores como lazer, educação e consumo interno.
Comissão quer votar PEC do fim da escala 6x1 até 28 de maio
Relator e presidente resistem a compensações para empresas
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Foto: Kayo Magalhães | Câmara dos Deputados
Os deputados responsáveis pela análise da PEC que propõe o fim da escala 6x1 afirmaram que pretendem concluir a votação do texto na Câmara até 28 de maio. A informação foi dada pelo relator, Leo Prates (Republicanos‑BA), e pelo presidente da comissão especial, Alencar Santana (PT‑SP). Segundo Prates, ainda não há definição sobre eventuais mecanismos de compensação para empresas afetadas pela mudança. Ele afirmou que estuda alternativas que ampliem a flexibilidade para empregadores, mas sem alterar o objetivo central da proposta. Alencar Santana disse ser contrário a compensações financeiras ou tributárias, mas destacou que pequenos negócios devem receber atenção específica durante a tramitação. O governo enviou ao Congresso um projeto de lei com urgência constitucional para tratar do tema. Mesmo assim, a Câmara decidiu discutir o assunto por meio de uma PEC. Como projetos com urgência travam a pauta após 45 dias, a partir de 30 de maio o texto do Executivo pode bloquear votações no plenário caso não seja analisado. A expectativa da comissão é votar a PEC no fim de maio e, em seguida, levar o projeto de lei ao plenário. Segundo os parlamentares, o texto enviado pelo governo detalha regras específicas para categorias com jornadas diferenciadas e altera pontos da CLT. O relator também afirmou que avalia sugestões apresentadas por partidos da oposição, incluindo propostas que tratam de contratação por hora trabalhada. Ele disse que ainda não há decisão sobre incorporar essas ideias ao parecer.
Lula lidera no 1º turno e empata com Flávio Bolsonaro no 2º, aponta pesquisa BTG/Nexus
Levantamento ouviu 2.028 eleitores entre 24 e 26 de abril; margem de erro é de dois pontos percentuais
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A nova pesquisa BTG/Nexus, divulgada nesta segunda-feira (27), mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente no cenário de primeiro turno da eleição presidencial de 2026. Segundo o levantamento, Lula tem 41% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 36%. Na sequência, surgem Romeu Zema (Novo) com 4%, Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão) com 3% cada. Augusto Cury (Avante) registra 2%, e Cabo Daciolo (Mobiliza) e Aldo Rebelo (DC) aparecem com 1% cada. Votos brancos e nulos somam 6%, e 2% não souberam responder. No cenário de segundo turno, Lula e Flávio Bolsonaro continuam tecnicamente empatados dentro da margem de erro. O presidente aparece com 46%, enquanto o senador registra 45%, repetindo o equilíbrio observado na rodada anterior. A pesquisa também simulou confrontos entre Lula e outros nomes da direita. Contra Romeu Zema, o petista tem 45%, ante 41% do ex-governador mineiro. Em disputa com Ronaldo Caiado, o resultado se repete: 45% para Lula e 41% para o ex-governador goiano. Todas as variações ficaram dentro da margem de erro. O levantamento ouviu 2.028 eleitores por telefone entre os dias 24 e 26 de abril. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com 95% de confiança. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-01075/2026. Em comparação com março, Lula manteve os mesmos 41% no primeiro turno, enquanto Flávio Bolsonaro oscilou de 38% para 36%, dentro da margem de erro. Em um cenário reduzido de candidatos, Lula segue com 41%, e Flávio aparece com 38%.
Zema defende privatização da Petrobras e do Banco do Brasil
Plano inclui enxugar ministérios e cortar cargos comissionados
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Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil
O pré-candidato à Presidência, Romeu Zema (Novo), afirmou que pretende promover uma ampla agenda de privatizações caso vença as eleições de outubro, incluindo a venda do Banco do Brasil e da Petrobras, além de outras estatais que, segundo ele, operam com prejuízo. O ex-governador de Minas Gerais também defendeu mudanças na estrutura do governo federal, com redução de salários considerados elevados, diminuição de cargos comissionados e enxugamento do número de ministérios em Brasília. "Vou passar a faca nos supersalários, mordomias e esquemas que sustentam os intocáveis de Brasília", declarou. Na mesma linha, Zema criticou a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), afirmando que o governo recorre a recursos caros para arcar com a dívida pública. Para ele, a venda de grandes estatais ajudaria a reforçar o caixa, reduzir o endividamento e combater irregularidades. "O dinheiro só vai voltar a valer se o governo economizar. O dinheiro que o governo Lula gasta, eu vou economizar. Simples assim". Ao reforçar sua proposta, o pré-candidato afirmou que a privatização dessas empresas é fundamental para o país. "privatizar a Petrobras e o Banco do Brasil é decisivo para o nosso futuro".
TRE da Bahia desmente boato sobre mesários votarem no lugar de eleitores no estado
Tribunal afirma que sistema eleitoral impede fraude e reforça segurança do voto
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia desmentiu uma informação falsa que circula nas redes sociais de que mesários estariam votando no lugar de eleitores ausentes durante as eleições no estado. Segundo o órgão, a alegação não tem qualquer fundamento e não condiz com o funcionamento do processo eleitoral. De acordo com o tribunal, o sistema eletrônico brasileiro possui mecanismos de segurança que impedem esse tipo de irregularidade. Para que um voto seja registrado, é necessário que o eleitor seja identificado na seção eleitoral, o que inclui a verificação de dados e, em muitos casos, a biometria. O TRE-BA também destacou que os mesários não têm acesso ao sistema de votação de forma que possibilite inserir votos no lugar de terceiros. A atuação deles é restrita à organização da seção e ao auxílio no processo, sempre sob fiscalização de fiscais de partidos e da própria Justiça Eleitoral. Além disso, o tribunal reforçou que a disseminação desse tipo de conteúdo falso prejudica a confiança no processo democrático e orientou a população a buscar informações em canais oficiais antes de compartilhar mensagens sobre o tema. A Justiça Eleitoral tem intensificado ações de combate à desinformação, especialmente em períodos próximos às eleições, para garantir transparência e segurança ao voto dos cidadãos.
Fim da escala 6x1: Motta cria comissão especial para debater proposta
PEC é uma das principais pautas do governo Lula, que aposta na redução da jornada de trabalho como uma das prioridades para este ano
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Foto: Reprodução| Agência Câmara
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB) formalizou, nesta sexta-feira (24), a criação de uma comissão especial para analisar duas propostas de emenda à Constituição (PECs) que reduzem a jornada de trabalho no país. Na prática, as PECs acabam com a escala de seis dias de trabalho por um de descanso (6x1). O colegiado será composto de 38 membros titulares e outros 38 suplentes. Uma das vagas será destinada a uma das bancadas que não atingem o coeficiente partidário para poder participar do colegiado. Serão analisadas duas propostas de redução na jornada de trabalho. O texto de autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) reduz a jornada de trabalho de 44 horas para 36 horas semanais. A transição se daria ao longo de dez anos. Já a proposta da deputada Erika Hilton (PSOL-SP) prevê uma escala de quatro dias de trabalho por semana, com limite de 36 horas no período. Os projetos foram aprovados pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania na última quarta-feira (22). O colegiado analisou apenas se a proposta atende aos requisitos constitucionais para tramitação, sem entrar no conteúdo das mudanças. A PEC é uma das principais pautas do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que aposta na redução da jornada de trabalho como uma das prioridades para este ano.
Líder do PL diz que governo precisa de contrapartida para aprovar fim da 6x1
Projeto foi aprovado na CCJ e seguirá para comissão especial na Câmara
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Foto: Reprodução
O líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), declarou que o governo federal terá de apresentar uma contrapartida às empresas caso queira aprovar a proposta que extingue a escala de trabalho 6x1. A fala ocorre após o texto ser aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). A expectativa é que o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos‑PB), instale nos próximos dias a comissão especial que analisará o mérito da proposta. Parlamentares do PT resistem à ideia de oferecer compensações ao setor produtivo e também rejeitam discutir desoneração. Nos bastidores, porém, integrantes da base admitem que será necessário buscar alternativas para acelerar a tramitação. O PL pretende sugerir mudanças no texto, entre elas a adoção do pagamento por hora trabalhada — proposta que também foi defendida na campanha do presidenciável Romeu Zema (Novo). A coluna "Painel" do jornal Folha de São Paulo, Sóstenes afirmou que a matéria não avançará sem uma contrapartida. Segundo ele, “ou o governo abre o cofre para aprovar o texto ou vai ter muita dificuldade aqui na Câmara”. Deputados da oposição articulam para alongar a análise da PEC e pretendem usar o número máximo de sessões previsto no regimento — 40 no total. Caso isso ocorra, a votação não será concluída no primeiro semestre. O deputado Fausto Pinato (PP‑SP) criticou a pressa na tramitação. Para ele, o tema está sendo conduzido de forma acelerada e sem debate suficiente. Integrantes da base governista afirmam ter recebido do presidente da Câmara a garantia de que a proposta terá celeridade e poderá ser votada em plenário até o fim de maio.
Fim da escala 6x1 avança na Câmara com votação na CCJ
Parecer favorável abre caminho para debate sobre jornada de trabalho na Câmara
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Foto: Kayo Magalhães | Câmara dos Deputados
A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados deve analisar nesta quarta-feira (22) o relatório do deputado Paulo Azi que autoriza o andamento de propostas que tratam do fim da jornada de trabalho no modelo 6x1. A votação havia sido adiada na semana passada após o deputado Lucas Redecker, contrário à mudança, solicitar mais tempo para examinar o parecer. Atualmente, tramitam na Câmara diferentes iniciativas que buscam alterar a carga horária semanal, hoje fixada, na maioria dos casos, em 44 horas. Por decisão do presidente da Casa, Hugo Motta, as propostas apresentadas por Erika Hilton e Reginaldo Lopes passaram a tramitar em conjunto. Nesta fase, cabe à CCJ avaliar apenas se os textos respeitam a Constituição, etapa conhecida como análise de admissibilidade. Se o parecer for aprovado, as propostas serão unificadas e seguirão para uma Comissão Especial, onde o conteúdo poderá sofrer alterações, antes de serem encaminhadas ao plenário da Câmara. O Senado também precisará analisar o tema posteriormente. Paralelamente, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva pretende encaminhar um projeto próprio sobre a questão. A estratégia é apostar em um projeto de lei, considerado mais simples de aprovar, por exigir menos votos e ter tramitação mais rápida.
Ivana manifesta solidariedade e cobra investigação após ataque a prefeita de Livramento
Parlamentar destacou confiança nas forças de segurança; polícia faz buscas por suspeitos
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
A presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Ivana Bastos, manifestou nesta terça-feira (21) preocupação e solidariedade à prefeita de Livramento de Nossa Senhora, Joanina Sampaio, após o ataque a tiros contra o veículo da gestora. Em pronunciamento, a deputada repudiou o episódio e defendeu apuração rigorosa por parte das autoridades. Segundo ela, casos como esse geram apreensão e exigem resposta firme.Ivana Bastos também afirmou confiar no trabalho das forças de segurança para esclarecer o caso e responsabilizar os envolvidos. Após o atentado, policiais realizaram a escolta do veículo da prefeita até a delegacia do município, onde a ocorrência foi registrada. De acordo com informações da polícia, equipes da Polícia Militar da Bahia seguem em diligências, com rondas em diferentes pontos da cidade e em estradas vicinais na tentativa de localizar suspeitos. Confira a nota da deputada: É com preocupação que acompanho a notícia do ataque sofrido pela prefeita Joanina Sampaio, de Livramento de Nossa Senhora. Felizmente, ela e os demais ocupantes do veículo não ficaram feridos. Manifesto minha solidariedade à minha querida prefeita Joanina, à sua família e a toda a população de Livramento neste momento. Episódios como esse causam apreensão e precisam ser apurados com seriedade e rigor. Acredito no trabalho das autoridades policiais, que já atuam na investigação do caso, para que tudo seja esclarecido e os responsáveis respondam na forma da lei. Desejo proteção, serenidade e força à prefeita Joanina.
Hugo Motta deve indicar relator moderado para PEC da jornada de trabalho
Comissão especial deve ser instalada nesta semana e marcará início do debate sobre o mérito da proposta
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O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), deve indicar um relator de perfil moderado para a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que trata da redução da jornada de trabalho.A expectativa, segundo aliados, é que o nome escolhido seja de um parlamentar do centrão com posição favorável ao texto.O governo federal chegou a tentar influenciar a escolha, mas a avaliação dentro da Câmara é que a autoria da proposta já está alinhada à base governista, o que reduz o espaço para nova indicação do Planalto.A tendência é que a comissão especial que analisará a matéria seja instalada na quarta-feira (22), mesma data prevista para a votação da admissibilidade na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).O deputado Paulo Azi (União Brasil) apresentou parecer favorável à admissibilidade da PEC. No relatório, sugeriu medidas como regras de transição e possíveis compensações ao setor produtivo.A instalação da comissão especial marca o início da discussão de mérito da proposta, com debates previstos sobre impactos econômicos, diferenciação entre setores e eventuais ajustes tributários.Nos bastidores, bancadas e representantes de setores econômicos já se movimentam para influenciar a composição do colegiado.O ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, também tem atuado nas articulações e já indicou posição contrária a alguns pontos em discussão.
Articulação em Minas pode unir Lula e Aécio Neves em aliança inédita
Decisão de Rodrigo Pacheco é vista como determinante para disputa no estado
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Uma articulação política em Minas Gerais pode aproximar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o deputado federal Aécio Neves, antigos adversários no cenário nacional. A movimentação depende da definição do senador Rodrigo Pacheco, que avalia disputar o governo mineiro. A eventual candidatura de Pacheco é tratada como estratégica por aliados do governo federal para fortalecer a presença de Lula no segundo maior colégio eleitoral do país. Dentro do PT, porém, há resistência à composição. Integrantes do partido avaliam que a aproximação com Aécio seria difícil, embora reconheçam que Pacheco poderia ampliar o alcance eleitoral da sigla no estado, que enfrenta escassez de nomes competitivos. Aécio, por sua vez, não descarta totalmente a possibilidade de acordo, mas interlocutores afirmam que ele evitaria dividir palanques com Lula. O deputado tem dito que a relação entre ambos já foi institucional em outros momentos, mas que isso não significa alinhamento político. O cenário ainda é considerado indefinido e pode influenciar outras candidaturas ao governo e ao Senado em Minas. Pesquisas internas apontam uma disputa acirrada, enquanto partidos tentam consolidar espaço nas chapas majoritárias. A decisão de Rodrigo Pacheco, que recentemente mudou de partido, é vista como peça central para a formação das alianças e para os rumos da eleição no estado.
Motta diz que Câmara vai analisar PEC da escala 6x1 “sem atropelo” e deixa projeto do governo de lado
Presidente da Casa defende tramitação mais longa e com maior debate
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Foto: Kayo Magalhães | Câmara dos Deputados
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta quarta-feira (15) que a proposta que trata do fim da escala 6x1 deve tramitar por meio de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), deixando de lado o projeto de lei enviado pelo governo federal. Segundo Motta, a Câmara não pretende designar relator para o texto encaminhado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que tem urgência constitucional. “O projeto chegou ontem, mas vamos seguir o cronograma da PEC”, disse o deputado após reunião de líderes. A proposta de acabar com a escala 6x1 — seis dias de trabalho para um de descanso — é uma das prioridades do governo, que tenta acelerar a tramitação por meio de um projeto de lei. Esse tipo de proposta precisa ser analisado em até 45 dias ou passa a trancar a pauta da Câmara.Motta, por outro lado, defende que o tema avance por meio de PEC, que exige análise na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), em comissão especial e, depois, no plenário. A análise na CCJ estava prevista para esta semana, mas foi adiada após pedido de vista de parlamentares. A expectativa é que o texto volte à pauta na próxima semana.O relator da proposta na comissão, Paulo Azi (União Brasil-BA), apresentou parecer favorável à admissibilidade da matéria. O debate sobre o tema também envolve divergências sobre a forma de implementação. Enquanto o governo defende aplicação imediata após aprovação, parlamentares discutem a possibilidade de uma transição gradual.Entidades do setor produtivo manifestaram preocupação com os impactos da medida e defendem que eventuais mudanças na jornada sejam discutidas por meio de negociação coletiva.
Quaest: Flávio Bolsonaro aparece à frente de Lula pela primeira vez
Senador tem 42% contra 40% do presidente em simulação de 2º turno
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Pesquisa da Quaest divulgada nesta quarta-feira (15) mostra que o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece numericamente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual segundo turno das eleições de 2026.Segundo o levantamento, Flávio tem 42% das intenções de voto, enquanto Lula soma 40%. Apesar da diferença, os dois estão tecnicamente empatados dentro da margem de erro, que é de dois pontos percentuais.É a primeira vez que o senador aparece numericamente à frente do presidente na série histórica da pesquisa.Na rodada anterior, realizada em março, os dois estavam empatados com 41%. Em dezembro, Lula tinha vantagem de dez pontos, que foi diminuindo ao longo dos meses.O percentual de indecisos permanece em 2%, mesmo índice registrado nas pesquisas de fevereiro e março. Brancos, nulos e eleitores que não pretendem votar também somam 2%.O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 9 e 13 de abril. O nível de confiança é de 95%.
Pesquisa aponta Flávio Bolsonaro à frente de Lula em simulação de 2º turno
Levantamento aponta vantagem de 5,4 pontos percentuais sobre o presidente
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Uma pesquisa do instituto Apex/Futura indica que o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece numericamente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em uma simulação de segundo turno. Segundo o levantamento, Flávio registra 48% das intenções de voto, enquanto Lula soma 42,6%. A diferença entre os dois é de 5,4 pontos percentuais. A pesquisa ouviu 2.000 pessoas em 895 cidades entre os dias 7 e 11 de abril. A margem de erro é de dois pontos percentuais. O instituto também testou um cenário entre Flávio Bolsonaro e o ministro Fernando Haddad (PT), no qual o senador aparece numericamente à frente com maior diferença. Nos cenários envolvendo outros nomes da direita, Lula aparece numericamente à frente de candidatos como Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD). O levantamento mediu ainda índices de rejeição. Segundo a pesquisa, 46% dos entrevistados dizem não votar em Lula, enquanto 44% afirmam rejeitar Flávio Bolsonaro. A pesquisa também avaliou a percepção sobre o Supremo Tribunal Federal (STF). Para 67% dos entrevistados, a atuação da Corte é considerada negativa. Além disso, 55% declararam ser favoráveis ao impeachment de ministros, enquanto 32% se disseram contra.
Empate entre Lula e Flávio Bolsonaro acirra disputa por eleitores fora da polarização
Segundo o Datafolha, grupo que não se identifica com petismo nem bolsonarismo deve ser decisivo
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Uma pesquisa do Datafolha apontou empate técnico entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro em um possível segundo turno, o que intensificou a disputa pelo eleitorado que não se identifica com os dois campos políticos. O levantamento mostrou o senador com 46% das intenções de voto e o atual presidente com 45%, segundo reportagem publicada pelo jornal O Globo. De acordo com o Datafolha, ambos apresentam índices elevados de rejeição, o que amplia a importância dos eleitores que não se consideram alinhados nem ao petismo nem ao bolsonarismo. Esse grupo representa cerca de 27% do eleitorado. Segundo a reportagem, aliados de Lula defendem ajustes no discurso, com maior foco em segurança pública, aproximação com o público evangélico e articulação com partidos de centro e centro-direita. Já o grupo de Flávio Bolsonaro, pretende reforçar temas como segurança, endividamento das famílias e críticas ao governo federal. Outros nomes também buscam espaço entre os eleitores que rejeitam a polarização, como os governadores Ronaldo Caiado e Romeu Zema, que tentam consolidar apoio para o primeiro turno. Analistas ouvidos pelo jornal afirmam que conquistar o eleitor moderado e reduzir a rejeição serão fatores decisivos no cenário eleitoral.
Lula enfrenta cenário de 1º turno mais apertado desde eleição de 2002
Datafolha aponta cenário mais competitivo e redução da diferença para adversário
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Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom | Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enfrenta, no atual cenário eleitoral, sua menor vantagem no primeiro turno desde 2002, segundo levantamento do Datafolha. Pesquisa divulgada no sábado (11) mostra Lula com 39% das intenções de voto, contra 35% do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A margem de erro é de dois pontos percentuais. Em eleições anteriores, a diferença era maior. Em 2002, Lula tinha dez pontos de vantagem sobre José Serra. Em 2006, liderava com 17 pontos à frente de Geraldo Alckmin. Já em 2022, aparecia com 48%, contra 27% de Jair Bolsonaro. Para o cientista político Elias Tavares, o cenário reflete maior divisão do eleitorado. “Há uma redução consistente da margem de liderança em relação aos ciclos anteriores”, afirma. O especialista Bruno Bolognesi avalia que a polarização torna a disputa mais acirrada e pode reforçar o voto útil. Segundo o Datafolha, Lula tem 48% de rejeição, enquanto Flávio Bolsonaro registra 46%. Nomes como Romeu Zema e Ronaldo Caiado aparecem com índices menores, mas são menos conhecidos. A pesquisa ouviu 2.004 pessoas em 137 cidades entre os dias 7 e 9 de abril e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral.
Datafolha: Lula perde vantagem e empata com adversários no 2º turno
Levantamento mostra disputa acirrada com Flávio Bolsonaro, Caiado e Zema
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Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (11), indica que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) perdeu vantagem e aparece em empate técnico com possíveis adversários em cenários de segundo turno da eleição presidencial. Segundo o instituto, Lula tem 45% das intenções de voto contra 46% do senador Flávio Bolsonaro (PL). Nos cenários contra Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo), o presidente registra 45%, enquanto os adversários têm 42%. De acordo com o levantamento, todos os resultados estão dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, o que caracteriza empate técnico. A pesquisa ouviu 2.004 eleitores em 137 cidades entre os dias 7 e 9 de abril e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03770/2026. Ainda conforme o Datafolha, o cenário reforça a tendência de polarização entre Lula e Flávio Bolsonaro. No primeiro turno, o presidente aparece com 39%, enquanto o senador soma 35% das intenções de voto. O levantamento também aponta que candidatos como Caiado e Zema têm desempenho menor no primeiro turno, com até 5% das intenções. Em relação à rejeição, Lula é rejeitado por 48% dos entrevistados, enquanto Flávio Bolsonaro tem 46%, o que evidencia a divisão do eleitorado.
Governo paga cerca de R$ 2 milhões a influenciadores para campanhas desde 2025
Valores foram divulgados após pedido via Lei de Acesso à Informação
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Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom | Agência Brasil
O governo federal pagou cerca de R$ 2 milhões a influenciadores digitais e artistas para participação em campanhas publicitárias desde 2025, segundo dados divulgados pela Secretaria de Comunicação Social (Secom). De acordo com a pasta, os maiores cachês foram pagos à atriz Dira Paes, que recebeu R$ 470 mil, e ao carnavalesco Milton Cunha, contratado por R$ 310 mil para ações de divulgação. Segundo a Secom, ao menos 55 influenciadores receberam valores que variam entre R$ 1 mil e R$ 124,9 mil para produzir conteúdos sobre programas e iniciativas do governo. Ainda conforme os dados, outros participantes atuaram sem pagamento direto, em campanhas realizadas por meio de parcerias com plataformas digitais. A secretaria informou que as contratações seguem estratégias voltadas ao ambiente digital e refletem mudanças no consumo de informação pela população. Os valores foram divulgados após pedido via Lei de Acesso à Informação, atendido por determinação da Controladoria‑Geral da União (CGU).
Marqueteiro diz que Flávio Bolsonaro pode vencer no 1º turno e chama senador de “folha em branco”
Estrategista que atuou com Ratinho Jr. avalia cenário de polarização com Lula
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Foto: Reprodução | YouTube
O marqueteiro político Jorge Gerez afirmou que o senador Flávio Bolsonaro (PL) tem chances de vencer as eleições presidenciais no primeiro turno e avaliou que o cenário atual caminha para uma disputa direta com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo Gerez, não há espaço para uma terceira via. “Diante da falta de opção, vai haver polarização. E, se Lula e Flávio tensionam, não existe espaço para um terceiro nome”, afirmou. De acordo com o estrategista, há um forte sentimento de mudança no país, o que favoreceria o senador. “Com mais de 80% dos brasileiros querendo mudança, é quase impossível o Flávio Bolsonaro não ganhar no primeiro turno”, disse. Apesar da avaliação positiva, o marqueteiro criticou a forma como o senador vem se apresentando ao eleitorado. “Ele é uma folha em branco. Ainda não mostrou quem é, para onde vai, qual é o projeto. Isso precisa ser construído”, declarou. Gerez também afirmou que a campanha de Flávio precisa se aproximar mais da população. “Hoje é uma campanha de políticos falando com a população. Precisa ser uma campanha de cidadão para cidadão”, disse. O estrategista avaliou ainda que o resultado da eleição dependerá dos erros e acertos das campanhas. “Quem ganha a eleição é quem erra menos. Se houver erro do outro lado, o cenário pode mudar”, afirmou.
Lula volta a defender regulação das redes e cobra controle de conteúdo para adolescentes
Declaração ocorreu durante sanção de leis contra violência à mulher; presidente também destacou papel da educação na prevenção de crimes.
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Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a defender a regulação das redes sociais nesta quinta-feira (9), ao afirmar que plataformas digitais devem ser responsabilizadas pelo controle de conteúdos nocivos, especialmente os direcionados a adolescentes. A declaração foi feita durante cerimônia de sanção de leis voltadas ao combate à violência contra a mulher. Em discurso, Lula questionou a falta de supervisão no ambiente digital.“Um adolescente dentro de um quarto com a porta fechada e com celular. Quem sabe o que ele está fazendo? [...] Qual é o controle? Nenhum”, afirmou. Segundo o presidente, crimes são facilitados por uma comunicação sem controle no ambiente virtual. Ele disse que, sem a responsabilização das plataformas, pais e responsáveis não conseguem monitorar o que jovens acessam e compartilham.Lula também destacou que, além do endurecimento das leis, é necessário investir em educação para prevenir a violência. Para ele, a punição isolada não resolve o problema a longo prazo. “Criar lei rigorosa é necessário, punir cada vez mais é necessário. Mas precisamos evitar que os crimes aconteçam”, disse.O presidente afirmou ainda que o sistema prisional pode ficar sobrecarregado caso a resposta se limite ao aumento de penas, sem medidas preventivas.
Senado aprova na CCJ proposta que reduz jornada da enfermagem para 36 horas semanais
Texto também prevê reajuste do piso salarial pela inflação
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Foto: Divulgação | Cofen
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, nesta quarta-feira (8), uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que reduz a jornada de trabalho de profissionais da enfermagem para 36 horas semanais. A proposta também prevê reajuste anual do piso salarial com base na inflação. O texto foi aprovado em votação simbólica e segue agora para análise do plenário do Senado. Segundo o relator, senador Fabiano Contarato (PT-ES), a redução da carga horária busca adequar as condições de trabalho enfrentadas por enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem. Atualmente, esses profissionais podem cumprir jornadas de até 44 horas semanais, conforme a legislação trabalhista geral. O piso nacional da enfermagem foi instituído em 2022, com valores de R$ 4.750 para enfermeiros, R$ 3.325 para técnicos e R$ 2.375 para auxiliares e parteiras. A proposta aprovada na CCJ inclui a correção inflacionária, ponto que não constava no texto original aprovado pelo Congresso. O impacto financeiro da medida ainda será debatido durante a tramitação. O texto será analisado pelo plenário do Senado.
Wagner, Rui Costa e ministro usaram jatinho de empresa ligada a investigado
Empresário é citado em investigação sobre suposta grilagem; defesa nega irregularidades
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Foto: Reprodução
O senador Jaques Wagner (PT), o ex-ministro da Casa Civil Rui Costa (PT) e o ministro Sidônio Palmeira utilizaram um jatinho pertencente a uma empresa ligada a familiares de um empresário citado em investigação do Ministério Público da Bahia (MP-BA). A informação foi publicada pelo site UOL no sábado (4). Segundo a reportagem, os três embarcaram em um voo particular na noite de 18 de junho de 2025, com destino a Salvador, acompanhados de auxiliares. A aeronave pertence à empresa DH Agropecuária Ltda, controlada por filhos do empresário Nestor Hermes.De acordo com o MP-BA, Hermes é citado em apuração sobre um suposto esquema de grilagem de terras no oeste da Bahia. Ele não estava no voo, assim como os proprietários formais da empresa. Procurado, o ministro Sidônio Palmeira afirmou que não sabia a quem pertencia o avião e que aceitou uma carona após perder um voo comercial. Jaques Wagner confirmou que já utilizou a aeronave, mas disse desconhecer fatos que desabonem o empresário. Rui Costa não respondeu aos questionamentos.A defesa de Nestor Hermes afirmou que ele e seus filhos não respondem a processos criminais nem são réus, e classificou as acusações como infundadas. Segundo o advogado, as viagens ocorreram de forma regular. O caso envolve investigação em andamento e não há, até o momento, denúncia formal apresentada contra o empresário citado.
























