Inflação oficial do Brasil acelera em fevereiro para 0,83%
Em 12 meses, IPCA acumula 4,5%, dentro do limite da meta do BC
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- A inflação oficial de fevereiro, medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), fechou em 0,83%, quase o dobro do mês anterior, janeiro(0,42%).Os dados foram divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta terça-feira (12). Os reajustes de mensalidades escolares foram os que mais pressionaram o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado nesta terça-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).O resultado ficou bem próximo de fevereiro de 2023, quando alcançou 0,84%. No acumulado de 12 meses, o IPCA soma 4,5%, dentro do limite máximo da meta do Banco Central. No ano, a inflação é de 1,25%. Um dos fatores que influenciou no resultado foi o reajuste dos preços do grupo de educação que tiveram o maior crescimento (4,98%). Isso representou 0,29 p.p.) do IPCA de fevereiro. Dentro do grupo, a maior contribuição veio dos cursos regulares (6,13%).As maiores altas vieram do ensino médio (8,51%), do ensino fundamental (8,24%), da pré-escola (8,05%) e da creche (6,03%). Também houve aumento na inflação do curso técnico (6,14%), ensino superior (3,81%) e pós-graduação (2,76%).
IPCA: preços sobem 0,28% em novembro com alta em alimentos
Dados foram divulgados nesta terça-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
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- A inflação do mês de novembro do Brasil, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), subiu para 0,28%, de acordo com dados divulgados nesta terça-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O aumento foi pressionado pelo grupo de Alimentação e bebidas, com uma variação em 0,63% e um impacto em 0,13% ponto percentual no índice geral. No grupo de transportes, as passagens aéreas subiram em 19,12% e contribuíram para um alta de 0,27%. Apesar do aumento, a porcentagem é a menor no mês desde o ano de 2018, quando a queda foi de 0,21%. No acumulado dos 12 meses de 2023, o IPCA teve uma desaceleração de 4,68%, abaixo da meta de inflação para o ano, que era de 4,75%.
Inflação oficial de junho fica negativa em 0,08%
Alimentação e carros novos contribuíram para a queda do índice
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- O mês de junho teve deflação, ou seja, houve um recuo nos preços na comparação com maio. A inflação oficial - calculada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) - ficou em -0,08%. É a primeira vez no ano que a inflação fica abaixo de zero. A última vez em que a inflação apresentou queda foi em setembro do ano passado. Esse é também o menor resultado do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para um mês de junho desde 2017 - quando o índice foi de -0,23%. Esse é também o menor resultado do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA – a inflação oficial do país) para um mês de junho desde 2017, quando o índice foi de -0,23%. O resultado, divulgado nesta terça-feira (11) pelo IBGE, no Rio de Janeiro, representa o quarto mês seguido em que a inflação perde força. Em maio, o IPCA foi de 0,23%. No ano, o índice soma 2,87% e, nos últimos 12 meses, 3,16%, abaixo dos 3,94% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Na comparação com maio, os grupos que mais ajudaram a colocar a inflação no campo negativo foram alimentação e bebidas (-0,66%) e transportes (-0,41%), que contribuíram com -0,14 e -0,08 ponto percentual (pp) no índice geral, respectivamente. Fator de influência - Segundo o IBGE, alimentação e bebidas e transportes integram o grupo com maior influência dentro da cesta de consumo das famílias. Juntos, eles representam cerca de 42% do IPCA. O grupo alimentação e bebidas foi influenciado, principalmente, pelo recuo nos preços da alimentação em casa (-1,07%). Contribuíram para isso as quedas do óleo de soja (-8,96%), das frutas (-3,38%), do leite longa vida (-2,68%) e das carnes (-2,10%). Já o custo da alimentação fora de casa subiu, porém, com menos força (0,46%) em relação ao mês anterior (0,58%). “Nos últimos meses, os preços dos grãos, como a soja, caíram. Isso impactou diretamente o preço do óleo de soja e indiretamente os preços das carnes e do leite, por exemplo. Essas commodities são insumos para a ração animal, e um preço mais baixo contribui para reduzir os custos de produção. No caso do leite, há também uma maior oferta no mercado”, explicou André Almeida, analista da pesquisa, no site do IBGE. Em transportes, o recuo de preços foi motivado por queda nos preços dos automóveis novos (-2,76%) e dos usados (-0,93%). Esse comportamento tem a ver com a medida do governo federal para baixar o preço dos carros novos. “O subitem automóvel novo foi o de maior impacto individual no mês, com -0,09 pp. Essa redução nos preços está relacionada ao programa de descontos para compra de veículos novos, lançado em 6 de junho pelo governo federal. Isso pode ter relação também com a queda dos preços dos automóveis usados”, explica o IBGE. No comportamento dos preços durante maio, destaque também para o resultado de combustíveis (-1,85%), com as quedas do óleo diesel (-6,68%), do etanol (-5,11%), do gás veicular (-2,77%) e da gasolina (-1,14%). “A gasolina é o subitem de maior peso individual no IPCA, com 4,84%. A queda na gasolina teve um impacto de -0,06 p.p.”, destaca Almeida. Pelo lado da pressão de preços para cima, a maior contribuição foi do grupo Habitação (aumento de 0,69% e impacto de 0,10 p.p.). A maior contribuição veio da energia elétrica residencial (1,43%), por causa de reajustes aplicados em quatro áreas de abrangência do índice: Belo Horizonte, Recife, Curitiba e Porto Alegre. A taxa de água e esgoto (1,69%) também foi impactada por reajustes aplicados em Belém, Curitiba, São Paulo e Aracaju. O cálculo do IPCA abrange as famílias com rendimentos de um a 40 salários mínimos. Mais deflação - O IBGE também divulgou hoje o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que teve queda de 0,10% em junho (primeira deflação desde setembro de 2022) e acumula 3% nos últimos doze meses. O INPC abrange o custo de vida para famílias com rendimento de um a cinco salários mínimos.
Pressão da gasolina: inflação de março sobe 0,71%
Com o novo resultado, o IPCA acumulou inflação de 4,65% em 12 meses
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- O índice oficial de inflação do Brasil teve alta de 0,71% em março, puxado pela gasolina. Em fevereiro, o indicador já havia apresentado um aumento de 0,84%. Os dados do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) foram divulgados nesta terça-feira (11) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Com o novo resultado, o IPCA acumulou inflação de 4,65% em 12 meses. Até fevereiro, o avanço era de 5,60%. O mercado financeiro prevê uma inflação de de 5,98% no acumulado até dezembro de 2023, de acordo com a edição mais recente do boletim Focus, divulgada na segunda (10). O centro de meta de inflação, que serve de referência para o Banco Central, é de 3,25% em 2023. O BC foi alvo de críticas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) neste início de governo, devido ao patamar dos juros no Brasil. Para tentar conter a inflação, o BC manteve a Selic, taxa básica de juros, em 13,75% ao ano. A medida acaba por esfriar a demanda por bens e serviços, na busca por frear os preços.
























