Homem é agredido com pedaço de madeira e fica ferido na zona rural de Guanambi
Vítima, de 26 anos, sofreu corte na cabeça e precisou de atendimento médico
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Um homem de 26 anos ficou ferido após ser agredido com um pedaço de madeira na zona rural de Guanambi, na região do perímetro irrigado de Ceraíma. Segundo relato da vítima à polícia, a agressão aconteceu após um desentendimento relacionado ao trabalho. Ele afirmou que o suspeito se irritou depois que seu comportamento no serviço foi comentado com o patrão. Durante a briga, o homem foi atingido na cabeça e sofreu um corte. Ele foi socorrido por familiares e levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), onde recebeu pontos no ferimento. O caso foi registrado na Delegacia Territorial de Guanambi.A Polícia Civil vai investigar o caso.
Homem é morto a tiros dentro de veículo no Anel Viário, em Vitória da Conquista
Crime aconteceu no inicio da manhã desta terça-feira (14); vítima ainda não foi identificada
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Foto: Leitor Sudoeste Bahia | Via WhatsApp
Um homem morreu após ser baleado dentro de um veículo na manhã desta terça-feira (14) no Anel Viário de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia. Segundo a Polícia Militar, a vítima estava em uma Fiorino quando foi atingida por disparos no trecho entre os bairros Henriqueta Prates e Miro Cairo. O homem morreu no local. A identidade da vítima não havia sido divulgada até a última atualização desta reportagem. O Departamento de Polícia Técnica (DPT) realizou a perícia no local e removeu o corpo para o Instituto Médico Legal (IML) da cidade. A ocorrência foi registrada pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa, que já iniciou as investigações para identificar a autoria e motivação do crime.
Mulher trans é torturada e marcada com suástica; três são presos
Vítima foi agredida por horas e teve o corpo queimado com símbolo nazista; suspeitos estão presos preventivamente.
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Uma mulher trans de 29 anos foi vítima de tortura e teve uma suástica nazista marcada no corpo no último sábado (14), no município de Ponta Porã. Três pessoas — o namorado da vítima e um casal para quem ela trabalhava — estão presas preventivamente.De acordo com a Polícia Civil, a vítima atuava como diarista e havia sido recentemente contratada como empregada doméstica na residência do casal.Segundo as investigações, ela foi chamada ao imóvel para receber pagamentos e compareceu acompanhada do namorado. No local, os empregadores consumiam bebida alcoólica quando passaram a exigir a devolução de valores que alegavam ter sido adiantados.Diante da recusa, começaram as agressões. A polícia aponta que os três suspeitos participaram da violência, utilizando objetos como taco de sinuca, cabo de vassoura e faca, além de socos e chutes.Os autores também tentaram amarrar a vítima e destruíram o celular dela para impedir que pedisse ajuda.Ainda conforme a investigação, uma faca foi aquecida no fogão e utilizada para queimar o braço esquerdo da vítima, marcando a pele com o símbolo de uma suástica. A mulher relatou que foi imobilizada pelo namorado enquanto o casal continuava as agressões.Após horas de violência, ela foi liberada e conseguiu buscar ajuda em um estabelecimento próximo à rodoviária, de onde a polícia foi acionada.Um dos suspeitos foi localizado nas imediações e preso em flagrante. Os outros dois foram encontrados na residência onde ocorreram os fatos.As três prisões foram convertidas em preventivas na segunda-feira (16), e o caso segue sob investigação.
Bahia registra 103 feminicídios em 2025 e segue entre os piores do país
Estado teve 103 casos em 2025 e ocupa o terceiro lugar no Brasil; especialistas alertam para subnotificação e violência marcada por ódio e controle.
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A Bahia registrou 103 feminicídios em 2025. O número representa uma queda de 6% em relação ao ano anterior, mas não é motivo para comemoração. O estado ocupa o terceiro lugar no ranking nacional desse tipo de crime, atrás apenas de duas unidades da federação, segundo dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública. No Brasil, foram 1.470 mulheres assassinadas por serem mulheres. Para especialistas, o cenário pode ser ainda pior. Muitos casos deixam de ser classificados como feminicídio por falhas na notificação.“Nem todo assassinato de mulher é registrado com essa conotação. Isso reflete uma cultura que ainda não reconhece totalmente esse tipo de violência”, afirma a psicóloga e professora da Ufba, Darlene Andrade.Pelo Código Penal, feminicídio é o assassinato motivado pela condição de a vítima ser mulher. É uma forma qualificada de homicídio, com pena que pode chegar a 40 anos de prisão. Na prática, a maioria dos crimes nasce dentro de casa. Maridos, companheiros e ex-companheiros aparecem como principais autores. Muitos casos acontecem após o fim do relacionamento, quando a mulher tenta seguir a própria vida.Em 2025, a Bahia registrou episódios de extrema brutalidade. Em Lauro de Freitas, a contadora Laina Santana, de 37 anos, foi morta a marretadas pelo marido, na frente das duas filhas. Em Salvador, Fabiana Correia Cardoso, de 43 anos, foi assassinada pelo ex-companheiro e segue desaparecida. Em Jequié, Aluana dos Santos foi morta a facadas mesmo tendo medida protetiva contra o agressor. Para Darlene, a crueldade é parte do recado.“É uma violência que carrega ódio. A mensagem é: você não manda em si, você me pertence”, diz.Ela reforça que não se trata de doença ou descontrole emocional.“Não é patologia. É cultura. Os homens são criados numa lógica que normaliza a dominação e a violência”, afirma. Apesar dos avanços na legislação e do aumento do debate, o feminicídio continua sendo uma ferida aberta na Bahia. Os números mostram que a redução ainda é pequena diante da gravidade do problema.
Bahia tem maior queda de mortes violentas em 19 anos
Estado contabilizou 3.884 mortes violentas em 2025, 588 a menos que em 2024; Salvador teve o menor índice dos últimos 25 anos.
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Foto: Alan Dantas / SSP
A Bahia registrou, em 2025, a maior redução no número de homicídios, latrocínios e lesões dolosas seguidas de morte dos últimos 19 anos. Os dados foram apresentados na manhã desta terça-feira (20), no Centro de Operações e Inteligência (COI), em Salvador. Segundo a Polícia Civil, o estado contabilizou 3.884 ocorrências no ano passado, 588 a menos que em 2024, o que representa uma queda de 13,1%. Este foi o quarto ano consecutivo de redução das mortes violentas no território baiano.O resultado, de acordo com a Secretaria da Segurança Pública, é fruto do trabalho integrado e das ações de inteligência das Forças Estaduais, com foco no combate direto às organizações criminosas. Salvador apresentou o melhor desempenho. A capital teve redução de 22,9% nos crimes violentos letais intencionais (CVLIs) em relação a 2024 e registrou 706 ocorrências, o menor número dos últimos 25 anos.Na Região Metropolitana de Salvador, a queda também foi expressiva: 21,2%. Foram 390 crimes em 2025, 105 a menos que no ano anterior. No interior do estado, os números também recuaram. Ao todo, foram 2.788 mortes violentas, uma redução de 8,9% no comparativo anual.O secretário da Segurança Pública, Marcelo Werner, atribuiu o resultado ao reforço das ações ostensivas e ao uso estratégico da inteligência policial.“Com a intensificação das operações e a doutrina do Policiamento Orientado pela Inteligência, asfixiamos financeiramente as facções”, afirmou. Werner destacou ainda que, além de atingir o caixa das organizações criminosas, houve aumento no número de prisões e nas apreensões de armas de fogo em todo o estado. Feminicídios: A Bahia registrou 103 feminicídios em 2025, número 6,3% menor que o contabilizado em 2024, segundo dados da Polícia Civil.Para enfrentar a violência de gênero, o secretário lembrou o lançamento do Baralho Lilás no fim de 2025, ferramenta que divulga procurados pela Justiça por crimes contra mulheres. “Queremos fortalecer cada vez mais a rede de proteção, ampliando a redução da violência de gênero”, afirmou Werner.Os dados consolidam 2025 como um dos anos mais positivos da segurança pública baiana nas últimas décadas, com queda histórica nos principais indicadores de violência letal.
Ações de segurança garantem 100 dias sem homicídios na Lapa
Há mais de 100 dias sem homicídios, Bom Jesus da Lapa atribui o resultado ao trabalho conjunto entre Polícia Civil, PM, Guarda Municipal e órgãos de justiça.
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Foto: Reprodução
Bom Jesus da Lapa ultrapassou a marca de 100 dias sem registros de homicídios, consolidando um dos períodos mais estáveis da segurança pública no município. O resultado reflete um conjunto de ações contínuas de investigação, inteligência policial e prisões qualificadas de envolvidos em crimes violentos. A redução dos índices é atribuída ao trabalho integrado das forças de segurança que atuam na região, com destaque para a cooperação entre Polícia Civil, Polícia Militar, Guarda Municipal, Ministério Público, Poder Judiciário e demais instituições parceiras. As equipes vêm adotando estratégias coordenadas voltadas ao enfrentamento da criminalidade e à prevenção de delitos letais.Entre as medidas implementadas estão o monitoramento de grupos criminosos, o cumprimento de mandados judiciais, investigações direcionadas e ações preventivas em áreas sensíveis. Segundo as autoridades, o esforço conjunto tem ampliado a sensação de segurança da população e contribuído para a manutenção da queda nos índices de violência.
Adolescente é morto a tiros em Serra do Ramalho
Crime aconteceu na madrugada deste domingo (2), na Agrovila 5
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Foto: Reprodução | Noticias da Lapa
Um adolescente de 16 anos foi morto a tiros e outras pessoas ficaram feridas na madrugada deste domingo (2) em Serra do Ramalho, no oeste da Bahia. A vítima foi identificada como Simão Sebna de Souza Santos, que morreu no local, por volta das 5h50, na Agrovila 5. De acordo com a Polícia Militar, equipes da 38ª CIPM foram acionadas após denúncias de disparos de arma de fogo. No local, os policiais encontraram o adolescente já sem vida e outras pessoas sendo socorridas por equipes do Samu. Testemunhas relataram que o crime teria ocorrido após uma confusão em uma praça da comunidade durante a madrugada. O suspeito dos disparos teria ido até a residência onde estavam as vítimas e efetuado vários tiros. Os feridos foram levados para o Hospital Municipal Gilvan Wanderley de Farias, mas a unidade não informou o estado de saúde nem a quantidade exata de pessoas atingidas. O corpo do adolescente foi removido para o Instituto Médico Legal (IML) de Bom Jesus da Lapa. O caso será investigado pela Polícia Civil.
Violência doméstica silencia evangélicas no interior da Bahia
Levantamento nacional revela alto índice de agressões entre mulheres evangélicas. Em Carinhanha, relatos expõem silêncio imposto pela fé e pela cultura.
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Foto: Câmara dos Deputados
Uma em cada quatro mulheres evangélicas no Brasil já sofreu algum tipo de violência doméstica, segundo a pesquisa “Visível e Invisível: Vitimização de Mulheres no Brasil”, realizada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Este é o primeiro levantamento da instituição que utiliza a religião como fator de análise. Após a divulgação destes dados, moradoras de Carinhanha, no oeste da Bahia, informaram que vivem ou viveram situações semelhantes. A maioria optou pelo anonimato, temendo represálias e expondo a omissão das lideranças religiosas diante dos abusos.Uma dessas mulheres, evangélica há mais de duas décadas, relatou que sofreu agressões físicas e psicológicas ao longo de 15 anos de casamento. Segundo ela, os sinais começaram cedo. “No segundo ano, ele já demonstrava ciúmes excessivos, até com irmãos da igreja. No terceiro, vieram as primeiras agressões”, contou. Noemia*, de 45 anos, também compartilhou sua experiência. Ela afirma ter sido forçada a manter relações sexuais com o então companheiro, ue usava argumentos religiosos para justificar os abusos.“Ele dizia que meu corpo pertencia a ele, porque éramos casados, e usava a Bíblia pra validar isso. Eu chorava, resistia, mas ele não parava”, relatou.Noemia conta que, por muito tempo, acreditou que a culpa era dela. Passou a buscar respostas na fé, orando para mudar seus sentimentos.“Procurei ajuda com a esposa de um pastor e descobri que ela vivia o mesmo. Muitas mulheres passam por isso, mas a igreja silencia”, lamenta. A omissão de líderes religiosos, apontada nos depoimentos, contribui para que casos de violência permaneçam ocultos. Segundo o IBGE, os evangélicos representam o segmento religioso que mais cresce no país, o que torna ainda mais urgente o enfrentamento dessa realidade nas comunidades de fé.Nota: Os nomes das vítimas foram alterados para preservar sua identidade. Nenhuma denominação religiosa foi citada por questões de segurança. Com informações do Portal Folha do Vale.
Mulher de 24 anos é vítima de violência sexual e atirada de carro em Guanambi
Vítima de 24 anos foi resgatada com escoriações após o crime, que ocorreu no bairro Santa Luzia; Polícia Civil investiga o agressor, conhecido momentos antes do ato.
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
Uma jovem de 24 anos foi socorrida na manhã desta segunda-feira (6) após ser vítima de violência sexual e, posteriormente, ser ejetada de um veículo em movimento, no município de Guanambi, região sudoeste da Bahia. O atroz episódio teve lugar nas imediações da Rua João Cardoso, localizada no bairro Santa Luzia. Informações apuradas por esta reportagem indicam que a mulher havia se encontrado com o agressor há poucas horas. Segundo relatos, ambos consumiram bebidas alcoólicas e substâncias entorpecentes pouco antes da consumação do crime. Na sequência, o indivíduo a atacou sexualmente e a lançou violentamente para fora do automóvel, abandonando-a na via pública. A vítima foi encontrada nas proximidades do local do ocorrido, apresentando escoriações nos membros superiores (braços), joelhos e na região do pescoço. Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) prestou os primeiros socorros e a encaminhou imediatamente ao Hospital Geral de Guanambi (HGG), onde recebeu pronto atendimento e cuidados médicos. O grave caso foi formalmente registrado na delegacia local e está sob investigação da Polícia Civil. As autoridades buscam identificar e localizar o criminoso responsável pelo ato hediondo.
Polícia identifica agressor de cachorro em Brumado após repercussão nas redes sociais
Suspeito foi filmado agredindo um cachorro na calçada do Bairro Tanque; ele assinou TCO e foi liberado após confessar o crime.
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Foto: redes sociais
Um homem de 34 anos foi identificado e detido em Brumado, no sudoeste da Bahia, após ser flagrado por câmeras de segurança agredindo um cachorro que dormia na calçada. A ocorrência foi registrada na última quarta-feira (17), no Bairro Tanque, e gerou intensa repercussão nas redes sociais. As imagens mostram o momento em que o animal, deitado tranquilamente na via, é surpreendido com um chute. Apesar da violência da ação, o cão não sofreu ferimentos aparentes.A prisão do suspeito ocorreu na sexta-feira (19), em uma operação conjunta entre equipes da Polícia Civil e da Polícia Militar. O agressor, que segundo as autoridades vive em situação de rua, foi conduzido à sede da 20ª Coordenadoria de Polícia do Interior (Coorpin), onde prestou depoimento. Durante o interrogatório, ele admitiu a agressão e alegou que o animal seria “agressivo”. Após a oitiva, o homem assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por maus-tratos a animais, conforme prevê a legislação ambiental, e foi liberado em seguida.O caso segue sob apuração da Polícia Civil.
Gestante é atingida por disparos dentro de casa na véspera do aniversário do filho
Mulher se preparava para celebrar o primeiro ano de vida do filho quando foi alvo de disparos. Polícia investiga autoria e motivação do crime.
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Foto: Leitor Sudoeste Bahia | Via WhatsApp
Uma mulher grávida foi baleada na noite deste domingo (22), no bairro Irmã Dulce, em Brumado, no sudoeste da Bahia. De acordo com informações do 24º Batalhão da Polícia Militar (BPM), a vítima estava em casa, organizando os preparativos para a comemoração do primeiro aniversário do filho, quando um homem armado disparou em sua direção. A mulher foi atingida na região das pernas e relatou aos agentes da Companhia de Emprego Tático Operacional (Ceto) que está gestante. Ela recebeu atendimento inicial do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e foi encaminhada ao Hospital Municipal de Brumado, onde permanece internada. O estado de saúde é considerado estável. A Delegacia Territorial de Brumado registrou a ocorrência e a Polícia Civil já instaurou inquérito para apurar a autoria e a motivação do crime. Até o momento, não há informações sobre o suspeito.
Mulher denuncia agressão física e verbal durante caminhada em Candiba
Vítima relatou ter sido surpreendida por agressora escondida em quiosque; adolescente de 15 anos teria incentivado.
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Foto: Marcos Oliveira | Arquivo Sudoeste Bahia
Uma mulher de 31 anos procurou a Delegacia de Polícia Civil para registrar uma ocorrência de agressão sofrida na última quinta-feira (11), por volta das 18h40, nas imediações da Lagoa de Candiba, situada na região central da cidade de Candiba, no sudoeste da Bahia. De acordo com informações da Polícia Civil, a vítima relatou que realizava uma caminhada na pista que contorna a lagoa quando foi surpreendida por uma mulher que estaria escondida atrás de um quiosque. Conforme o boletim de ocorrência, a agressora estava acompanhada de sua filha, uma adolescente de 15 anos.Ainda segundo o relato, a mulher iniciou ofensas verbais e, em seguida, passou a agredir fisicamente a vítima. Durante a ação, pedras teriam sido arremessadas contra a mulher. A adolescente, de acordo com a denúncia, teria incentivado a mãe a intensificar os ataques. A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar os fatos. Até o momento, não há informações sobre a motivação do crime nem sobre eventuais medidas judiciais adotadas contra as envolvidas.
Bahia registra menor número de mortes violentas dos últimos 12 anos
Nos últimos 12 anos, superando junho de 2020, quando foram computadas 348 ocorrências
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução
- O mês de maio de 2024 terminou com o menor número de morte violenta registrado pela Polícia Civil nos últimos 12 anos, na Bahia. Os índices criminais do período de janeiro a maio deste ano foram apresentados na manhã desta segunda-feira (10), no Centro de Operações e Inteligência (COI). Com 347 casos, maio apresentou o menor número contabilizado para um mês nos últimos 12 anos, superando junho de 2020, quando foram computadas 348 ocorrências. No balanço dos cinco meses de 2024, a Polícia Civil registrou 1.928 casos este ano, contra 2.162 mortes em 2023, representando uma redução de 10,8%. "A integração das Forças da Segurança, o investimento em efetivos e equipamentos, além da ampliação das ações de inteligência resultaram na redução das mortes. Fechamos 2023 com diminuição de 6% das mortes e, este ano, com muito trabalho e dedicação dos policiais e bombeiros, chegamos a 10,8% de queda dos índices", destacou o secretário da Segurança Pública, Marcelo Werner.
Região: Cinco homens morrem após entrar em confronto com a polícia
Um policial militar foi ferido durante a ação
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Blog do Marcos Frahm
- Jequié, classificada como a cidade mais violenta do Brasil, localizada no sudoeste da Bahia, foi palco de violentos confrontos entre a Polícia Militar (PM) e suspeitos de crimes nos últimos dois dias, resultando na morte de cinco pessoas. Um agente também foi ferido durante os incidentes. No episódio mais recente, ocorrido na tarde de sábado (8), três suspeitos foram mortos. Segundo a PM, agentes do 19º Batalhão (BPM) e da Rondesp-Sudoeste realizavam patrulhamento ostensivo no bairro KM 4, quando foram alertados por moradores locais sobre a presença de um grupo armado na Rua das Flores. Ao se aproximarem do local, os policiais foram recebidos a tiros. Em resposta, os policiais revidaram e, após o confronto, encontraram três indivíduos feridos e armados. Apesar de terem sido levados para o Hospital Geral Prado Valadares, os três não resistiram aos ferimentos. Com eles, foram encontradas três pistolas, três carregadores de diversos calibres e 20 munições. Todo o material apreendido foi encaminhado à delegacia local. Em um incidente anterior, na noite de sexta-feira (7), um policial militar foi ferido e dois suspeitos foram mortos em um tiroteio na região do Alto da Bela Vista, no bairro Joaquim Romão, a menos de 15 minutos da Rua das Flores, onde ocorreu o segundo confronto no dia seguinte.
Câmara aprova PL que endurece punição para violência contra mulher com uso de IA
De acordo com o projeto, a pena atual aumentaria de 6 meses para 2 anos
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- A deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) apresentou um projeto de lei que aumenta a pena para os casos de violência psicológica contra a mulher que utilizem inteligência artificial ou recursos que alterem voz e imagem da vítima. O projeto foi aprovado pela Câmara dos Deputados na terça-feira (5) e segue agora para o Senado. De acordo com o projeto, a pena atual para crimes de violência psicológica contra a mulher, que é de seis meses a dois anos, será aumentada em 50% se o crime tiver sido cometido com auxílio de inteligência artificial, ou recursos que alterem voz e imagem da vítima. Além disso, o projeto prevê que o juiz poderá determinar medidas protetivas de urgência para as vítimas, como o afastamento do agressor, a proibição de contato e a restrição de acesso a conteúdos digitais. A deputada ainda defende que o projeto é necessário para proteger a dignidade, a reputação e a psicologia das mulheres que sofrem violência psicológica com uso de inteligência artificial. Ela afirma que “a inteligência artificial consegue colocar voz, rosto e corpos de meninas, adolescentes e mulheres, simulando com muita precisão para fazer crimes que afetem a reputação, a dignidade e a psicologia dessas mulheres”. O projeto de lei conta com o apoio de diversas entidades que atuam na defesa dos direitos das mulheres, como a ONU Mulheres, a Rede Feminista de Juristas e a Associação Brasileira de Inteligência Artificial. Elas alegam que a violência psicológica contra a mulher com uso de inteligência artificial é uma forma de violação dos direitos humanos e que é preciso criar mecanismos legais para prevenir e punir esses crimes.
Região: Homem é preso após tentativa de feminicídio
A mulher sofreu diversas lesões e neste momento está internda em um leito de UTI na cidade de Ilhéus
Por: redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução
- Um homem de 47 anos de idade, de identidade não revelada, foi preso no sábado (17), na cidade de Maracás, por tentativa de feminicídio. As informações são do site G1. A Polícia Civil informou que o crime ocorreu na última quinta-feira (15), quando o autor agrediu sua companheira, causando-lhe lesões que resultaram em rebaixamento da consciência e afasia (dificuldade de comunicar). Ainda de acordo com a polícia, a mulher foi encontrada em péssimas condições de higiene, e neste momento encontra-se internada em uma Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), na cidade de Ilhéus, no sul baiano. O G1 também divulgou que, conforme informações do titular da delegacia de Maracás, Moabe Macedo Lima, o preso já tinha outras passagens policiais, mais uma vez, contra uma mulher, quando chegou a ameaçar a nora com uma arma branca. O suspeito passou por exames de lesões corporais e está à disposição do Poder Judiciário.
Violência na Bahia: Mais de 360 mortes violentas foram registradas em janeiro
Apesar do cenário alarmante, houve redução em relação a janeiro do ano passado
Por: redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- Segundo dados da Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), mais de 360 pessoas foram mortas violentamente na Bahia, somente no mês de janeiro deste ano. Apesar de alarmante, o dado implica em uma redução de 18,4% em relação ao mesmo período no ano passado. Segundo a SSP-BA, em suma, são classificadas como mortes violentas os homicídios, feminicídios, lesões corporais e latrocínios. A secretaria também divulgou outras estatísticas relacionadas com a criminalidade: 1.563 prisões; 496 armas apreendidas e 244 kg de drogas apreendidas. No entanto, o destaque ficou por conta das ações envolvendo reconhecimento facial. Ao todo, 59 foragidos da Justiça foram identificados pelo sistema. No ano de 2024, segundo o órgão, não houve nenhum assalto a banco.
Após escalada de violência policial, Jerônimo diz que está comprometido na “apuração de qualquer excesso”
Governador disse que está em contato com o governo federal, por intermédio do ministro Silvio Almeida
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Foto: Reprodução
- O governador Jerônimo Rodrigues (PT) se manifestou, nesta segunda-feira (7), sobre a escalada de violência policial. O gestor disse estar comprometido na “apuração de qualquer excesso” e garantiu suporte do governo federal na questão. “O nosso compromisso é na apuração de casos de eventual excesso por parte de qualquer servidor, qualificação permanente da atuação policial para garantir mais eficiência na ação, respeito à legislação e preservação da vida”, afirmou em suas redes sociais. As ações da Polícia Militar do estado acarretaram em 30 mortes entre os dias de 28 de julho e 4 de agosto. A situação fez com que o ministro dos Direitos Humanos e Cidadania, Silvio Almeida, acionasse a Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos para acompanhar o caso. Segundo Jerônimo, o governo está em constante diálogo, em especial com Almeida. “Temos dialogado permanentemente com o governo federal e órgãos do sistema de justiça sobre o tema da segurança pública. Ontem, conversamos especialmente com o ministro Silvio Almeida sobre as ações que estamos realizando na prevenção à violência, e redução da letalidade policial, e sobre a nossa disposição de um trabalho parceiro com o governo federal em várias frentes”, finalizou.
Pacto de Enfrentamento da Violência Contra a Mulher é assinado em Caetité
O rito de assinatura contou com a presença da Tenete Coronel Denice
Por: Jorge Santana e redação
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Foto: Jorge Santana
- Foi assinado na noite desta terça-feira (06), no Teatro João Gumes, na cidade de Caetité, o Pacto de Enfrentamento da Violência contra a Mulher. A cerimônia contou com a presença do prefeito Valtécio Aguiar, da Tenente Coronela Denice e demais autoridades. O pacto representa a implementação de políticas públicas amplas e articuladas nas mais diferentes esferas da vida social para o enfrentamento da violência contra a mulher, bem como ações integradas entre poder público e sociedade, para a criação da rede de enfrentamento à violência contra a mulher, sendo uma condição necessária ao alinhamento de programas e serviços, na busca de resultados efetivos, ao mesmo tempo que se faz necessário disseminar atitudes igualitárias, educacionais e valores éticos de respeito às diversidades de gênero e valorização da paz. Em conversa com a Tenente Coronela Denice, esta por sua vez, foi enfática ao afirmar o simbolismo e a importância da iniciativa. “É um grande divisor de águas na história de Caetité e das mulheres de Caetité. O pacto valoriza a família, valoriza a sociedade e, por óbvio, valoriza todas as mulheres. Portanto, quando este pacto consolida uma rede de enfrentamento à violência doméstica, passa a mensagem que elas podem e devem procurar ajuda no caso de violência contra a mulher”, ressaltou Denice, que é criadora da Ronda Maria da Penha. Além do prefeito Valtécio, também assinaram o documento, os secretários de Saúde e de Desenvolvimento Social.
CRAS promove em Caetité palestra de conscientização sobre violência contra mulher
Caetité irá receber a Sala Lilás, setor que irá prestar assistência jurídica e psicológia a mulheres vítimas de violência doméstica
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Foto: Jorge Santana
- O Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) promoveu nesta quarta-feira (22), em Caetité, uma palestra que teve como temática a conscientização da violência contra a mulher. Intitulada “Lute Por Elas”, o encontro contou com representantes da sociedade civil, e teve como palestrante a delegada de Polícia Civil, Ellen Lages. Em entrevista com Ellen, ela ressaltou a importância de eventos desta magnitude. “O mês de março é um mês muito importante no enfrentamento da violência contra a mulher. Portanto, quando a gente promove eventos no intuito de levar conhecimento e conscientização, a gente agrega parceiros, não somente das mulheres, pois a violência contra a mulher é um problema social, e trazer para homens também para que eles possam somar forças à nossa luta”, afirmou a delegada. Ainda sobre o tema, Lages falou da necessidade da interferência do cidadão em casos de violência doméstica. “Em briga de marido e mulher, tem que meter a colher sim, tem que meter garfo, prato também se for o caso. É importante a denúncia! Quando você souber de um caso de violência contra a mulher, se você não puder parar para auxiliar, para poder ajudar, pelo menos faça a denúncia, ligue para o Disque 100, mete a colher sim”, enfatizou. No sentido de mitigar os casos de violência contra a mulher, será implantado no município, a “Sala Lilás”, um projeto que será direcionado para acolher mulheres que estejam sofrendo ou sofreram algum tipo de violência, seja esta de cunho psicológico ou físico. A função da Sala Lilás será realizar atendimento direcionado ao público feminino, prestando assistência jurídica e amparo psicossocial gratuito.
Bahia é o estado com maior taxa de crescimento de violência contra a mulher, aponta relatório
Em 2022, 495 mulheres foram vítimas de feminicídio no Brasil, isso corresponde a uma média de mais de uma morte por dia
Por: Mariana Bamberg
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- Com 316 casos de violência contra a mulher, a Bahia teve, em 2022, a maior taxa de crescimento nos números desse tipo de crime. A variação foi de 58% quando comparado ao ano anterior, quando o estado registrou 200 casos de violência contra a mulher. Os dados fazem parte do terceiro relatório "Elas Vivem: dados que não se calam", elaborado pela Rede de Observatórios da Segurança, lançado nesta semana. Fazem parte dos crimes classificados como violência contra a mulher: tentativa de feminicídio/agressão física; feminicídio; homicídio; violência sexual/estupro; tortura/cárcere privado/sequestro; agressão verbal/ameaça; tentativa de homicídio; transfeminicídio, bala perdida e outros. Em números absolutos, a Bahia é o terceiro estado no ranking do maior número de feminicídios. Com 91 casos registrados, o estado fica atrás apenas de São Paulo, com 109 casos, e Rio de Janeiro, que registrou 103 feminicídios. Em 2022, 495 mulheres foram vítimas de feminicídio no Brasil. Isso corresponde a uma média de mais de uma morte por dia. A maior parte dos casos (75%) tem registros de companheiros e ex-companheiros das vítimas como autores dos crimes. As principais motivações são brigas e términos de relacionamento.
Pelo quarto ano, Bahia lidera ranking de mortes violentas no país
Dados são do Monitor da Violência do portal g1
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- Pelo quarto ano seguido, a Bahia foi o estado recorde nacional de mortes violentas em 2022, segundo dados do Monitor da Violência do g1, divulgados nesta quarta-feira (1º). Ao todo, foram 5.124 casos no estado. As mortes violentas levam em consideração feminicídios, homicídios dolosos, latrocínios e lesões corporais seguidas de morte. Com isso, a Bahia reúne 12,5% de todos os casos registrados no Brasil: 40.804. Em comparação com 2021, quando 5.099 mortes violentas foram registradas no estado, houve um aumento de 0,5%.
Segurança para Carnaval 2023 terá mais de 30 mil profissionais na Bahia
Violência contra as mulheres vai estar no foco das ações com a distribuição de uma pulseirinha vermelha que estimula as vítimas a denunciarem os casos
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Foto: Divulgação | Gov/BA
O governo da Bahia lançou na manhã desta segunda-feira (13) o planejamento da Operação Carnaval 2023, realizada pela Secretaria de Segurança Pública (SSP). O conjunto de ações para o primeiro Carnaval depois da pandemia da Covid-19 na capital e interior do estado vai reunir 30 mil profissionais das polícias Militar (PM) e Civil (PC), Departamento de Polícia Técnica (DPT) e Corpo de Bombeiros (CBMBA). O investimento para garantir a segurança de baianos e turistas é de mais de R$ 60,8 milhões. “Estamos falando de quase 70 milhões de reais com investimento tanto no pessoal quanto na infraestrutura de alojamentos, equipamentos, câmeras, de portais para que as pessoas possam, de fato, ter a garantia que dentro do circuito estarão o mais seguras possível. Nós estaremos trabalhando 24 horas, a PM, Civil e Bombeiros, mesmo quando não está acontecendo a passagem e trios e de blocos, a polícia está em operação. Nós teremos ações diárias para acompanhamento tanto da capital, quanto do interior”, afirmou o governador Jerônimo Rodrigues, em coletiva de imprensa. A Polícia Militar vai garantir o policiamento ostensivo e repressivo nos corredores da festa com efetivo de 22.700 policiais militares, distribuídos em 47 mil turnos. Eles estarão presentes nas áreas de acesso e estações de transporte coletivo, além das principais vias de trânsito da capital baiana. Aeronaves, viaturas de quatro e duas rodas, cães e cavalos também serão aplicados em atividades em todas as áreas que envolvem a festa. O CBMB vai realizar combate a incêndios, salvamentos, resgates aquáticos, vistorias, atendimento pré-hospitalar, entre outras demandas em Salvador e 22 municípios. Postos estarão distribuídos ao longo dos circuitos, incluindo as praias, além de caminhões auto bomba tanques, auto escada mecânico, e veículos para atendimento pré-hospitalar. No total, o efetivo contará com 2.624 bombeiros militares. Já a Polícia Civil contará com delegados, escrivães e investigadores que realizarão atendimentos nos postos especializados e Delegacias Especiais de Área, divididos ao longo dos três circuitos. Ao todo, são 2.922 policiais civis distribuídos em quase 11 mil plantões, atuando em dois eixos: repressão ao crime e qualidade do atendimento aos grupos vulnerabilizados. A violência contra as mulheres também vai estar no foco das ações com a distribuição de uma pulseirinha vermelha que estimula as vítimas a denunciarem os casos. Em Salvador, os acessos aos circuitos Dodô (Barra/Ondina), Osmar (Campo Grande/ Centro) e Batatinha (Pelourinho) serão monitorados 24 horas, durante os seis dias do Carnaval 2023, pelos Portais de Abordagens. Ao todo, 300 câmeras fixas e móveis serão monitoradas pela SSP, dentre equipamentos de reconhecimento facial e de monitoramento. Detectores de metais impedirão a entrada de armas de fogo, armas brancas e foragidos da Justiça nos circuitos da festa.
Bahia registra maior número de mortes violentas pelo 3º ano, aponta levantamento
Dados coletados pelo portal g1 apontam que, em números absolutos, estado contabilizou 5,9 mil mortes no ano passado
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Foto: Reprodução | Polícia Civil
- Pelo terceiro ano consecutivo, a Bahia é o estado onde mais pessoas morreram em circunstâncias violentas em 2021. De acordo com um levantamento nacional de homicídios, promovido pelo portal g1, é o terceiro ano consecutivo que o estado ocupa a primeira posição no ranking, com base em dados oficiais de 26 estados e Distrito Federal. O estudo aponta que, em números absolutos, o estado contabilizou no ano passado 5.099 mortes violentas [homicídios dolosos, latrocínios e lesões corporais seguidas de morte]. Conforme publicado nesta segunda-feira (21), destas mortes, 4.931 foram enquadradas como homicídio doloso, 122 como latrocínio e 46 como lesão corporal seguida de morte. O Monitor da Violência aponta ainda que abril foi o mês mais violento, com 532 crimes, seguido de março, que registrou outros 510 assassinatos. No ranking da violência de 2021, a Bahia é seguida pelo Rio de Janeiro, com 3.394 casos, Perambuco (3.370) e Ceará (3.300). Em 2020 e 2019, a Bahia também registrou a maior quantidade de mortes violentas.
Cerca de 10 mil crimes de violência contra mulheres são denunciados pelo MP-BA à Justiça em 2021
Até o último dia 24 de novembro, o órgão denunciou 121 casos de feminicídio
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- Cerca de 10 mil casos de crimes de violência cometidos contra mulheres foram denunciados pelo Ministério Público do Estado da Bahia à Justiça durante o ano de 2021. As denúncias envolvem mulheres vítimas de violência doméstica, feminicídio e outros tipos penais. Segundo o MP-BA, os casos revelam que muitas delas perderam a vida para o ódio, o desprezo, o ciúme ou para o sentimento de perda de controle e da propriedade nutrido por homens. Neste ano, até o último dia 24 de novembro, o órgão denunciou 121 casos de feminicídio à Justiça. Segundo o promotor de Justiça que coordena o Centro de Apoio Operacional Criminal (Caocrim), André Lavigne, os números têm crescido e revelam a necessidade de uma efetiva atuação preventiva, com realização de campanhas de conscientização da população acerca da gravidade desses delitos, das formas como ocorrem e de como é possível denunciar às autoridades competentes.
























