Bahia: Irmãos morrem abraçados em incêndio após mãe deixar crianças sozinhas para ir a festa
Mulher foi presa por abandono de incapaz com resultado morte03 Mai 2026 / 20h00
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Universidade e Vigilância Sanitária apuram denúncias após 142 estudantes relatarem sintomas como náuseas, diarreia e dores abdominais.
Foto: Divulgação
Alunos da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) relataram sintomas de intoxicação alimentar após se alimentarem no Restaurante Universitário da instituição. Até o momento, 142 estudantes afirmaram ter passado mal após consumirem refeições no local. Segundo a TV São Francisco, os primeiros relatos surgiram na terça-feira (11), após o almoço. Na quarta (12), diversos estudantes passaram a registrar, em um grupo de mensagens, sintomas como náuseas, indisposição, diarreia e dores abdominais. Diante do volume de ocorrências, os universitários organizaram uma lista com todas as queixas. De acordo com o G1, a Univasf informou que a Coordenação Geral dos Restaurantes Universitários e a equipe de Nutrição foram notificadas pelos estudantes. A gestão da empresa terceirizada responsável pelo restaurante foi acionada ainda na quarta-feira. A universidade destacou que a segurança alimentar é responsabilidade da empresa contratada e que “todas as medidas cabíveis para garantir o cumprimento do contrato e a segurança dos alimentos serão aplicadas”. A prestadora de serviços recebeu um prazo de 72 horas para apresentar um laudo preliminar com análise de amostras coletadas no local, além de um relatório formal sobre o caso. Apesar da situação, o restaurante segue funcionando. A Secretaria Municipal de Saúde de Juazeiro (Sesau) também iniciou investigação por meio da Vigilância Sanitária. O órgão realizou busca ativa entre os estudantes com sintomas, coletou material biológico e inspecionou o restaurante, onde recolheu amostras de água e orientou medidas de prevenção contra contaminações. A Sesau não informou prazo para a conclusão do laudo. O órgão ainda ressaltou que muitos dos estudantes que relataram mal-estar não procuraram atendimento médico. A secretaria orientou que alunos que ainda apresentem sintomas devem buscar uma unidade básica de saúde ou a Unidade de Pronto Atendimento para notificação e acompanhamento adequado.
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