Região: PM resgata homem sequestrado e impede possível execução
Dois suspeitos foram presos; vítima estava amarrada e conseguiu fugir ao ver a viatura30 Abr 2026 / 10h00
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Experimento comparou pés de alface tratados e não tratados; resultado apontou menor incidência de pragas nas plantas que receberam o composto natural.
Foto: SECTI
Estudantes do Colégio Estadual de Tempo Integral Professora Ana Lúcia Aguiar Viana, em Barra da Estiva, desenvolveram um inseticida natural à base de mamona para combater pragas na cultura da alface. O projeto, assinado por Caíque Santos, Amanda Santos e Larissa Freitas, utilizou a planta Ricinus communis como matéria-prima do composto. O objetivo foi enfrentar a incidência de formigas e lagartas que afetam lavouras da região. A iniciativa surgiu após relatos de pequenos produtores locais sobre dificuldades no controle de pragas. Sob orientação da professora Joseane Morais, os alunos realizaram testes comparativos: metade dos pés de Lactuca sativa recebeu o inseticida; a outra metade permaneceu sem aplicação. Segundo o grupo, as plantas tratadas apresentaram menor incidência de pragas e melhor desenvolvimento. O trabalho foi apresentado no Encontro Estudantil da Secretaria da Educação e já é aplicado por agricultores da comunidade Fazenda Capão do Cipó. Dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária indicam que as perdas causadas por pragas agrícolas chegam a R$ 60 bilhões por ano no país. O projeto busca agora ampliar os testes e explorar novas aplicações da mamona na agricultura de baixo custo.
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