Prazo para pedir isenção da taxa de inscrição do Enem 2026 termina nesta quinta-feira
Solicitação deve ser feita até 23h59 na Página do Participante; resultado sai em 13 de maio30 Abr 2026 / 13h30
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Caso ocorreu em Votorantim, no interior de São Paulo
Por: Adele Robichez
Foto: Reprodução | Redes Sociais
- Uma jovem de 20 anos morreu dois dias depois de fazer um procedimento para interromper a gestação, que já estava no sétimo mês. A morte ocorreu na última terça-feira (26) no interior de São Paulo, dois dias depois de ter feito um procedimento para abortar. Segundo a Folha de São Paulo, Ana Carolina Pereira Pinto, 20, foi encontrada pela família morta em seu quarto na cidade de Votorantim, a 105 km da capital paulista. O namorado da jovem, Kevin Willians, 22, chegou a ser detido, mas será investigado em liberdade. De acordo com a polícia, a família disse ter estranhado ela não desligar o alarme de seu smartphone na madrugada de terça, o que fez com que a mãe, Camila Marques, fosse até o cômodo para ver o que ocorria. Após entrar no quarto, ela encontrou a filha já morta. O bebê também morreu. Para interromper a gravidez, Ana Carolina teria usado um remédio comprado pela internet no último domingo (24). O produto foi então aplicado em sua barriga em uma pousada na vizinha Sorocaba, disse o namorado aos policiais. A perícia ainda tenta descobrir qual era exatamente o nome da substância utilizada. Segunda a polícia, um dia após a aplicação, ela disse para Kevin que estava com muitas dores, incluindo na cabeça, e que tinha vomitado. Em nenhum momento o casal contou sobre a gestação ou sobre a tentativa de aborto para a família de Ana Carolina, embora a jovem tivesse manifestado vontade de falar do ocorrido para os pais, conforme aponta a investigação policial. Após contar o que tinha ocorrido, Kevin foi detido e encaminhado à delegacia da cidade de 124 mil habitantes, onde entregou seu celular. Sem antecedentes criminais, ele foi liberado em audiência de custódia realizada nesta quarta-feira (27) por contribuir com a investigação. Ainda conforme a polícia, ele afirmou que comprou o medicamento após o casal, que estava junto havia dois anos, decidir pelo aborto, ainda que a gestação já estivesse em estágio avançado. A gravidez só teria sido descoberta há um mês, primeiro com um teste de farmácia, depois com um ultrassom, que indicou a gestação de 27 semanas de um menino.
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