Prazo para pedir isenção da taxa de inscrição do Enem 2026 termina nesta quinta-feira
Solicitação deve ser feita até 23h59 na Página do Participante; resultado sai em 13 de maio30 Abr 2026 / 13h30
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Levantamento feito em dez capitais brasileiras aponta que espaços públicos e transporte coletivo são os ambientes mais hostis para mulheres.
Foto: Reprodução
Sete em cada dez mulheres afirmam já ter sofrido algum tipo de assédio moral ou sexual em cidades brasileiras. É o que mostra a pesquisa Viver nas Cidades: Mulheres, divulgada nesta quinta-feira (5) pelo Instituto Cidades Sustentáveis em parceria com o Ipsos-Ipec. O levantamento ouviu 3,5 mil pessoas em dezembro de 2025 nas capitais Belém, Belo Horizonte, Fortaleza, Goiânia, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. Entre as 2.066 mulheres entrevistadas, 71% disseram já ter sofrido algum tipo de assédio em pelo menos um dos seis ambientes analisados: ruas e espaços públicos, transporte público, ambiente de trabalho, ambiente doméstico, bares ou casas noturnas e transporte particular. Segundo a diretora de Opinião Pública e Política da Ipsos-Ipec, Patrícia Pavanelli, os dados mostram que a insegurança faz parte do cotidiano feminino nas cidades. Ruas, praças, parques e praias aparecem como os locais com maior incidência de assédio, citados por 54% das mulheres. Em seguida estão o transporte público (50%) e o ambiente de trabalho (36%). Bares e casas noturnas foram mencionados por 32% das entrevistadas, enquanto o ambiente familiar aparece em 26% dos relatos. Já o transporte particular, como táxis ou carros por aplicativo, foi citado por 19%. A pesquisa também mostra que 5% das mulheres afirmam já ter sofrido assédio em todos os seis ambientes avaliados. Punição e rede de apoio Entre as medidas apontadas como prioritárias para combater o problema, 55% dos entrevistados defendem o aumento das penas contra agressores. Já 48% mencionam a ampliação dos serviços de proteção às vítimas, enquanto 37% defendem maior agilidade na investigação das denúncias. Para especialistas ouvidos durante o lançamento do estudo, o combate à violência contra mulheres exige ações integradas, incluindo políticas de segurança, redes de acolhimento e prevenção. A promotora Fabíola Sucasas avaliou que o enfrentamento da violência não pode depender apenas de punições penais, enquanto Naiza Bezerra destacou a necessidade de fortalecer políticas públicas de proteção. Divisão das tarefas domésticas O estudo também analisou a percepção sobre a divisão das tarefas domésticas. No total da amostra, 39% afirmam que as atividades são responsabilidade de todos, mas que as mulheres fazem a maior parte, enquanto 37% dizem que as tarefas são divididas igualmente. A percepção muda quando se observa o recorte por gênero: 47% dos homens acreditam que as tarefas são divididas de forma igual, mas apenas 28% das mulheres concordam com essa avaliação. Já 44% das mulheres dizem que assumem a maior parte dos afazeres domésticos, percentual bem acima dos 32% de homens que reconhecem essa desigualdade.
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