Filho tenta esfaquear pai de 69 anos na zona rural de Guanambi
Suspeito foi localizado em um bar e preso com a faca usada nas ameaças03 Mai 2026 / 20h00
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Evento reuniu produtores e instituições para debater desafios da cotonicultura no sudoeste da Bahia
Foto: Divulgação
O município de Guanambi, no sudoeste da Bahia, sediou na última terça-feira (18) o Seminário do Algodão, promovido pela Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab). O encontro discutiu práticas sustentáveis, agricultura regenerativa e estratégias de defesa fitossanitária para fortalecer a produção de algodão na região. O evento aconteceu no auditório da Escola Municipal do Campo Pedro Barros Prates e reuniu cerca de 150 participantes, entre produtores rurais, estudantes de agronomia, técnicos agrícolas, extensionistas, pesquisadores e profissionais ligados à cadeia produtiva do algodão. Durante a programação, foram apresentadas tecnologias sociais para captação e conservação de água, adaptadas às condições do semiárido, além de debates sobre o papel da assistência técnica e extensão rural (ATER) na inclusão da agricultura familiar. O seminário foi realizado em parceria com a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), o Fundeagro e instituições como Bahiater, IF Baiano, Uesb, Unimontes e IF Norte de Minas. Segundo o fiscal agropecuário Nailton Souza, coordenador do Projeto Fitossanitário do Algodão, o encontro reforça a união entre produtores, defesa agropecuária e poder público. “A participação dos pequenos agricultores mostra que há busca por alternativas para ampliar áreas e melhorar a produtividade. Com parceria e planejamento, os resultados virão em pouco tempo”, afirmou. A Bahia é o segundo maior produtor nacional de algodão. Na safra 2024/2025, foram colhidas 816,3 toneladas de pluma, com produtividade de 2,04 mil quilos por hectare. Embora 98% da produção esteja concentrada no Oeste, o sudoeste baiano tem ampliado sua relevância, impulsionado pela agricultura familiar. Entre os principais desafios da região estão as condições climáticas adversas, limitações tecnológicas e o controle de pragas como o bicudo-do-algodoeiro. A superação dessas barreiras depende da integração entre pesquisa científica, práticas sustentáveis e fortalecimento da assistência técnica.
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