Mesmo com Zé Cocá, o PT sempre venceu em Jequié
Mesmo com sua expressiva votação local, o fato é que o PT e seus aliados mantêm uma invencibilidade histórica em todos os 20 municípios da região.30 Mar 2026 / 11h00
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Discussão entre vereadores durante sessão escancara desgaste do debate político e afasta o foco das demandas da população.
Foto: Reprodução | Redes Sociais
A sessão ordinária da última segunda-feira (15), na Câmara Municipal de Caetité, mais uma vez revelou um cenário que envergonha a política local. O bate-boca entre os vereadores Arual Rachid Fernandes Santos (PCdoB) e Dinaldo Soares Silva Santos (PDT), o Naldinho, extrapolou o campo das ideias e transformou o plenário em palco de ofensas pessoais, acusações e ameaças veladas. Arual acusou o colega de constantemente interromper e debochar de suas falas desde o início do mandato, afirmando que, se há divergência pessoal, que fosse resolvida “lá fora” e não no espaço destinado ao debate democrático. Naldinho, por sua vez, rebateu dizendo que não se deixará intimidar e classificou a postura do adversário como “baixa”. A troca de farpas só foi contida após a intervenção do presidente da Casa, Mário Rebouças. O episódio não ficou restrito às paredes da Câmara. O vídeo do bate-boca rapidamente ganhou as redes sociais, repercutindo entre eleitores que criticaram a postura dos parlamentares. Esse episódio revela, mais uma vez, como parte dos representantes eleitos parece esquecer a verdadeira função de um mandato parlamentar: discutir, propor e fiscalizar políticas públicas que impactem diretamente a vida da população. O plenário não é ringue, tampouco espaço para disputas pessoais. O eleitor que acompanha de casa espera soluções para problemas concretos, como saúde, educação, infraestrutura e geração de emprego — não um espetáculo de vaidades. Infelizmente, quando vereadores deixam de lado o debate qualificado para mergulhar em picuinhas, o maior prejudicado é o povo. A Câmara, que deveria ser um espaço de construção coletiva, se transforma em vitrine de egos e ressentimentos. Esse comportamento não só afasta o cidadão da política como mina a credibilidade da instituição. Em vez de se engalfinharem em discussões vazias, os parlamentares de Caetité deveriam dar o exemplo de civilidade, maturidade e compromisso público. O mandato não é propriedade particular, mas um instrumento concedido pelo povo. Transformá-lo em palco de ataques pessoais é desrespeitar justamente quem os colocou ali.
Aqui o povo tem voz e vez.
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