Zema: Auxílios do governo estão criando uma geração de imprestáveis
Segundo o pré-candidato, há casos de pessoas que recusam empregos formais para evitar a perda de benefícios sociais04 Mai 2026 / 07h30
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Por: Juliana Rodrigues
Foto: Reprodução | TVT
Para o fundador do The Intercept Brasil, diálogos vazados arranharam a imagem de "herói" do ministro da Justiça e têm influenciado a opinião pública
O jornalista Glenn Greenwald afirmou, ontem (29), que o Jornal Nacional atuava quase como parceiro da Lava Jato e de Sergio Moro, até os vazamentos dos diálogos de procuradores, obtidos e divulgados pelo The Intercept Brasil. A declaração foi dada em entrevista a Juca Kfouri no programa Entre Vistas, da TVT. "Obviamente, a grande mídia estava como uma aliada do Sergio Moro e da Lava Jato nos últimos anos, não só por ideologia, mas também porque o modelo do lucro da mídia brasileira era receber vazamentos da força-tarefa da Lava Jato sem gastar com nenhum recorte, sem fazer investigações", analisou. "Então o Jornal Nacional recebia vazamentos da força-tarefa da Lava Jato, o [apresentador William] Bonner anunciava que tinha uma notícia muito importante sobre corrupção, com uma audiência enorme, e a Globo lucrava muito sem fazer jornalismo. O papel da grande mídia no Brasil era quase como parceiro da Lava Jato e do Sergio Moro", disse Glenn. O jornalista avalia que a situação só mudou quando o The Intercept Brasil procurou as mídias tradicionais, divulgando informações exclusivas, para informar o que o site estava descobrindo através das mensagens vazadas. "Nossa estratégia, então, foi convidar a grande mídia para ter acesso ao nosso jornalismo, para reportar junto com a gente. Acho que sem a nossa estratégia, sem envolver todos conosco, não seria assim", declarou. Ainda segundo Glenn, a imagem de Moro foi construída durante os últimos anos "sem desafio, como um herói", mas os diálogos trouxeram consequências graves para o atual Ministro da Justiça do governo de Jair Bolsonaro, a exemplo da perda do apoio de parte da mídia. O jornalista acredita que seu trabalho vem mudando o pensamento dos brasileiros sobre o ministro. "Depois de dois meses, Moro ainda é o ministro da justiça. Mas ele é uma figura muito mais fraca, igual o Deltan Dallagnol [coordenador da Lava Jato]. Eu acho que essas mudanças são sutis, mas geralmente mudanças importantes acontecem com o tempo e de forma sutil", analisou.
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