Zema: Auxílios do governo estão criando uma geração de imprestáveis
Segundo o pré-candidato, há casos de pessoas que recusam empregos formais para evitar a perda de benefícios sociais04 Mai 2026 / 07h30
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Ação lista responsabilidade do presidente em falta de condução na crise do coronavírus no país
Por: Matheus Simoni
Foto: Nelson Jr | STF
- O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello, encaminhou à Procuradoria-Geral da República (PGR) um pedido de afastamento do presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido). A informação foi confirmada pelo próprio magistrado. A medida tem como base as ações de Bolsonaro na condução do país na crise do coronavírus, que já matou mais de 159 pessoas no Brasil. Na condição de relator da ação, Marco Aurélio encaminhou a notícia-crime protocolada pelo deputado federal Reginaldo Lopes, do PT-MG. Por não ter sido arquivado pelo ministro, o pedido exige que a PGR se posicione e dê um parecer sobre o afastamento, que pode chegar a 180 dias. Procurado, o Planalto não comentou a decisão. Mais cedo, o ministro declarou ter ficado "pasmo" ao ver o presidente cumprimentando pessoas em Brasília, mesmo com a recomendação do Ministério da Saúde sobre isolamento social. No pedido feito pelo parlamentar, ele ressalta a quantidade de crimes que teriam sido cometidos por Bolsonaro. “A notícia-crime relata mais de 20 vezes em que o presidente pôs o país em risco. E ainda há novos fatos a serem incorporados”, disse Lopes sobre a peça.
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