Zema: Auxílios do governo estão criando uma geração de imprestáveis
Segundo o pré-candidato, há casos de pessoas que recusam empregos formais para evitar a perda de benefícios sociais04 Mai 2026 / 07h30
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Foto: Divulgação
O Tribunal de Justiça do Estado da Bahia manteve a condenação ao ex-prefeito de Igaporã, Deusdete Fagundes de Brito, por violação aos princípios da Administração Pública, através de Ação Popular, movida em 2003, pelo Vereador Elpídio Alves Sobrinho e pelos ex-vereadores Leonardo Américo Silveira de Oliveira e Manoel Magalhães Oliveira, que formavam o bloco de oposição ao então prefeito Deusdete. Atualmente, o Vereador Elpídio compõe a base de apoio da Prefeita Rosana Cotrim, esposa de Deusdete. A condenação inicial ocorreu em 2010, quando o judiciário considerou procedente a ação popular e determinou que Deusdete retirasse a imagem de uma colher de pedreiro, utilizada no lugar da letra “A” do nome Igaporã e o seu nome que foi fixado em uma placa de inauguração da Praça Manoel Azevedo, também em 2003. O símbolo da colher foi utilizado por Deusdete na campanha eleitoral de 2000 e, posteriormente, durante o mandato. A justiça determinou, ainda, a Deusdete que reembolse os cofres públicos com os recursos utilizados no cometimento das irregularidades. A condenação pode interferir no processo eleitoral de Igaporã, pois, deverá impedir uma possível candidatura de Deusdete nas eleições de 2016, através da Lei da Ficha Limpa.
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