Zema: Auxílios do governo estão criando uma geração de imprestáveis
Segundo o pré-candidato, há casos de pessoas que recusam empregos formais para evitar a perda de benefícios sociais04 Mai 2026 / 07h30
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Presidente afirma que ação “não tinha ordem de matança” e cobra investigação; operação é a mais letal da história do Rio, com 121 mortos.
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom | Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) classificou como “desastrosa” a operação policial que deixou 121 mortos no Rio de Janeiro, na última semana, e afirmou que a ação resultou em uma “matança”. A declaração foi dada nesta terça-feira (4), em entrevista a veículos internacionais durante sua passagem por Belém (PA), por ocasião da COP30, conferência climática da ONU. “O dado concreto é que a operação, do ponto de vista da quantidade de mortes, foi considerada um sucesso. Mas, do ponto de vista da ação do Estado, eu acho que ela foi desastrosa”, afirmou o presidente. Lula também disse que o governo tenta garantir a participação de legistas da Polícia Federal na investigação do caso. “A decisão do juiz era uma ordem de prisão, não uma ordem de matança. E houve a matança. Acho bom especificar em que condições ela se deu”, completou. A operação, considerada a mais letal da história do estado, foi deflagrada contra integrantes da facção Comando Vermelho, deixando 121 mortos — entre eles quatro policiais. O governo federal já havia se manifestado sobre o episódio por meio de notas oficiais, destacando a importância de uma atuação coordenada no combate ao narcotráfico, mas evitando críticas diretas até o momento. Na semana passada, o presidente sancionou uma lei que criminaliza ameaças e ataques a autoridades envolvidas no enfrentamento ao crime organizado, além de prever punições para quem obstruir ações contra facções. A escalada de tensões levou a um embate entre o governo federal e o governador do Rio, Cláudio Castro (PL), que acusou Brasília de ter negado pedidos de apoio das Forças Armadas durante a operação. As declarações foram rebatidas pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, que negou falta de cooperação. De acordo com auxiliares, Lula tem acompanhado o caso de perto desde seu retorno de viagem à Ásia e determinou prioridade ao projeto “antifacção”, que atualiza a Lei das Organizações Criminosas e reforça o enfrentamento a grupos armados. Embora a segurança pública seja de responsabilidade dos estados, aliados do governo reconhecem que a crise pode afetar a imagem da gestão petista, que vinha registrando melhora nos índices de aprovação nas últimas semanas. Durante a ausência de Lula, o vice-presidente Geraldo Alckmin coordenou uma reunião de emergência em Brasília com ministros da Casa Civil, Justiça, Direitos Humanos, Secom e AGU. O governador fluminense Cláudio Castro participou por ligação telefônica. Após o encontro, o governo anunciou o envio de ministros ao Rio de Janeiro e autorizou a transferência de cerca de dez presos do Comando Vermelho para presídios federais de segurança máxima, atendendo a um pedido do governo estadual.
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