Zema: Auxílios do governo estão criando uma geração de imprestáveis
Segundo o pré-candidato, há casos de pessoas que recusam empregos formais para evitar a perda de benefícios sociais04 Mai 2026 / 07h30
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Em resposta a declarações de Rosemberg Pinto, Robinho atribui ao PT responsabilidade por escândalos de corrupção e critica voto da bancada petista contra o PL Antifacção.
Deputado estadual Robinho (União Brasil) | Foto: Reprodução
O deputado estadual Robinho (União Brasil) respondeu às declarações do líder do governo na Assembleia Legislativa, Rosemberg Pinto (PT), e ironizou o petista ao afirmar que ele e seus correligionários “falam sobre crime organizado com propriedade” por terem, segundo o parlamentar, protagonizado escândalos de corrupção no país. A reação ocorreu após Rosemberg direcionar novas críticas a ACM Neto, com o uso de expressões classificadas por Robinho como “ofensas de baixo calão, típicas de uma esquerda autoritária e antidemocrática”. Robinho afirmou que o PT esteve à frente de “grandes escândalos de corrupção”, citando o mensalão e a Operação Lava Jato, e que dirigentes da sigla foram condenados e presos. “Se existe um partido que teve seus principais líderes presos por corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha, esse partido é o PT. Eles montaram a maior estrutura de corrupção institucional da história brasileira. Esse é um fato, não opinião”, declarou. O parlamentar também acusou o PT de promover uma “inversão de valores”. Segundo ele, declarações do presidente Lula sobre tráfico de drogas e a posição contrária a operações policiais no Rio de Janeiro “confirmariam vínculo do PT com o crime”, afirmação feita sem apresentação de provas no discurso político de Robinho. O deputado criticou ainda a bancada petista na Câmara dos Deputados por votar contra o PL Antifacção, proposta que prevê medidas mais duras contra organizações criminosas. Para ele, a postura do partido é “inexplicável e vergonhosa”, especialmente em um estado que, segundo ele, “enfrenta índices elevados de violência”. “Rosemberg ataca Neto para tentar encobrir a vergonha que foi os petistas votarem contra o PL Antifacção. A Bahia é, hoje, o estado mais violento do país, o que mais sofre com o avanço das facções. Mesmo assim, o PT votou contra. A impressão que dá é que querem proteger organizações criminosas”, afirmou. Robinho também acusou Rosemberg de tentar “criar cortinas de fumaça” para esconder problemas na segurança pública estadual. “A Bahia vive uma crise sem precedentes, e essa tragédia tem a digital dos governos do PT”, disse. O deputado concluiu afirmando que os ataques de Rosemberg refletem “desespero” do grupo governista. “Eles atacam Neto porque não conseguem explicar os resultados da gestão Jerônimo. Quando a verdade dói, eles tentam gritar mais alto. Mas não adianta: a Bahia já entendeu quem é quem nessa história”, finalizou.
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