Homem é morto a tiros na zona rural de Sítio do Mato
Vítima foi atingida na cabeça dentro de estabelecimento comercial, segundo a PM02 Mai 2026 / 13h00
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Segundo o prefeito, retenção atingiu quase todo o repasse do FPM e pode se repetir nos próximos meses.
Foto: Divulgação | Governo de Sitio do Mato
A Prefeitura de Sítio do Mato teve cerca de R$ 800 mil bloqueados por determinação judicial, valor que corresponde à maior parte do repasse recebido do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). A informação foi divulgada pelo prefeito Alfredo Magalhães em vídeo publicado na sexta-feira (9). De acordo com o gestor, o bloqueio atingiu praticamente todo o crédito depositado nas contas do município naquele dia. Ainda segundo ele, permaneceu um saldo pendente de aproximadamente R$ 70 mil, já que o montante disponível não foi suficiente para quitar integralmente a ordem judicial. No pronunciamento, Magalhães atribuiu a retenção a dívidas e pendências administrativas herdadas da gestão anterior, relacionadas a obrigações fiscais e processos acumulados ao longo dos últimos anos. O prefeito afirmou ainda que há risco de novos bloqueios nos próximos meses, o que pode comprometer ainda mais o equilíbrio financeiro da prefeitura. “Estamos pagando por erros do passado. Retiraram quase R$ 800 mil dos cofres do município”, declarou. O prefeito informou que o setor jurídico foi acionado para analisar o caso, mas admitiu que, diante da natureza da decisão, a quitação do débito é, no momento, a alternativa mais provável. Ele pediu compreensão da população e afirmou que os serviços considerados essenciais seguem funcionando. O anúncio, no entanto, provocou reações entre moradores e servidores municipais. Parte das críticas está relacionada ao atraso no pagamento do salário de dezembro de 2024 e do 13º salário, que ainda não foram quitados, apesar de compromissos assumidos anteriormente pela administração. Também houve questionamentos sobre o fato de a divulgação ocorrer após as comemorações pelos 37 anos de emancipação política do município, que contaram com gastos com atrações festivas. Nas redes sociais, moradores levantaram a suspeita de que o bloqueio esteja sendo usado como justificativa para o não pagamento de obrigações financeiras. Até o momento, a prefeitura não apresentou um cronograma para regularizar os salários atrasados nem detalhou oficialmente a origem da dívida ou os processos judiciais que motivaram a decisão.
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