Zema: Auxílios do governo estão criando uma geração de imprestáveis
Segundo o pré-candidato, há casos de pessoas que recusam empregos formais para evitar a perda de benefícios sociais04 Mai 2026 / 07h30
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"Aqueles, um ou dois que ousam desafiar a Constituição, desrespeitar o povo brasileiro, saberão voltar para o seu lugar”, disse o presidente ao falar em "ultimato" à corte
Por: Alexandre Santos
Foto: Reprodução | TV Brasil
- O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) reiterou nesta sexta-feira (3) ameaças golpistas e ataques contra o STF ao convocar apoiadores para atos a favor do seu governo no feriado de 7 de Setembro. Em agenda no interior da Bahia, o mandatário fez referências indiretas aos ministros Alexandre de Moraes e Luis Roberto Barroso, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), aos quais ele acusa de desrespeitar "as quatro linhas da Constituição" para persegui-lo. “Nós não precisamos sair das quatro linhas da Constituição. Ali temos tudo que precisamos. Mas, se alguém quiser joga fora dessas quatro linhas, nós mostraremos que poderemos fazer também a vontade e a força do seu povo”, discursou Bolsonaro após a cerimônia no município de Tanhaçu, no sudoeste do estado, onde assinou contrato de concessão da Ferrovia Oeste-Leste (Fiol), obra iniciada durante a gestão de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Sem mencionar nominalmente Moraes e Barroso, o presidente voltou a mandar uma espécie de recado aos ministros. “Após o Sete de Setembro, o que ficará pra todos nós, em meio a essa manifestação gigante de patriotismo visto em todos os quatro cantos do nosso Brasil, eu duvido que aqueles, um ou dois que ousam desafiar a Constituição, desrespeitar o povo brasileiro, saberão voltar para o seu lugar”, declarou Bolsonaro. "Essas uma ou duas pessoas têm que entender o seu lugar. E o recado de vocês, povo brasileiro, nas ruas, na próxima terça-feira, dia 7, será um ultimato para essas duas pessoas", acrescentou. Sem máscara e em meio ao avanço da variante delta da Covid em território baiano, o chefe do Executivo federal estava ladeado pelos ministros João Roma (Cidadania), Gilson Machado (Turismo) e Tarcísio Gomes de Freitas (Infraestrutura), que também dispensaram o uso da proteção facial.
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