Zema: Auxílios do governo estão criando uma geração de imprestáveis
Segundo o pré-candidato, há casos de pessoas que recusam empregos formais para evitar a perda de benefícios sociais04 Mai 2026 / 07h30
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Diálogos aconteceram entre o major reformado do Exército, Ailton Gonçalves Barros, o coronel Elcio Franco e um militar ainda não identificado
Foto: Reprodução
- A Polícia Federal identificou mensagens de aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) que apontam para uma articulação de um plano de golpe de Estado. Segundo investigadores, a investida consistia em incitar ataques ao Supremo Tribunal Federal (STF), hostilizar as urnas eletrônicas, convencer a cúpula do Exército a rejeitar o resultado das eleições em 2022 e prender o ministro Alexandre de Moraes, da Corte. A informação é do jornal O Globo. De acordo com a Polícia Federal, os diálogos aconteceram entre o major reformado do Exército, Ailton Gonçalves Barros, o coronel Elcio Franco e um militar ainda não identificado. A PF analisou áudios e prints encontrados nos arquivos de um celular de Barros durante uma investigação envolvendo Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro. Os diálogos, segundo os investigadores, "deixam evidente a articulação conduzida por Ailton Barros e outros militares, para materializar o plano de tentativa de golpe de Estado no Brasil, em decorrência da não aceitação do resultado da eleição presidencial ocorrida em 2022, visando manter no Poder o ex-Presidente da República Jair Bolsonaro e restringir o exercício do Poder Judiciário brasileiro, por meio da prisão do Ministro Alexandre de Moraes, do STF". Entre as mensagens, estão prints de uma conversa entre Barros e um contato denominado "PR 01", "possivelmente relacionado ao ex-presidente Jair Bolsonaro". As imagens foram apagadas e enviadas para Cid em sequência. A primeira delas tratava da intenção de grupos organizadores dos atos de 7 de setembro de 2021 acamparem no dia 31 de março, data do golpe de 64, para pressionar os ministros do STF a "saírem de suas cadeiras." A segunda imagem sugeria inserir nesses movimentos pautas como a defesa do impeachment do ministro Alexandre de Moraes e o ataque às urnas eletrônicas. A PF aponta indícios de que Barros mantinha contato direto com Bolsonaro "dispôs a incitar grupos de manifestantes para aderirem a pautas antidemocráticas do interesse do ex-presidente da República".
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